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Assunção da jangada

A QUANTO TEMPO VOCÊ VEM VEM VEM. EU ME APEGO AO TEU CÓDIGO, CHEGAR FERRUGEM DO NOSSO TERM, TREM TREM TREM... SEM TRISTEZA EU APOSTO, VIRULÊNCIA...

Do excesso

  O sofrimento me transforma... Da pedra lançada para fora da janela da esperança.. traduz a ordem tergiversada ... Colho a magoa de hoje em...

Pela luz do infinito

    Clara tece o minuto com arte manuscrito. Cítara toca o noturno esculpido intacto. Beijos norteiam a mesma estupida que rejeita. Só espero do beijo...

Das primeiras ligas

  Não me atenho a Hanseática de Ab Inito, pressuponho que descer o degrau a unidade alivia a asfixia do elevador flutuante, da gravata e o nó cumulado. É o...

Café e Catedral

Era como meio dia, janelas escancaradas para a brisa da temporada. Trajava a veste cor de luto como se todo tempo fosse ingrediente para...

Infortúnio

Desagua pra um infinito, um infortúnio incolor, desabrigado desconjurado sinistro...Nada duvido se lhe incorre amor! Desceu a escada como torrente de águas claras, vestindo o...

Novos Rumos II

  Por que esquecer o amor que não deu certo? A gente se engana quando pensa que o melhor a ser feito nestes casos é...

Blitzkrieg

    E fez de conta que não ouvia o silvo dos tiros quando subia cansado carregando o corpo do amigo a prestes a morte. Acreditando...

Um amor e um violão

  A engenhosidade lhe sobressaia aos fios de cabelos; vagarosamente pela fresta entreaberta da porta do quarto; vasculhando metódico as notas os falsetes; delirante apreciei,...

Meu endereço

  O sofrimento me transforma. Da pedra lançada como lança para fora da janela da esperança; traduz a ordem tergiversada ... Colho a magoa de...

SOBRE MIM

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.