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Novos Rumos II

  Por que esquecer o amor que não deu certo? A gente se engana quando pensa que o melhor a ser feito nestes casos é...

Blitzkrieg

    E fez de conta que não ouvia o silvo dos tiros quando subia cansado carregando o corpo do amigo a prestes a morte. Acreditando...

Um amor e um violão

  A engenhosidade lhe sobressaia aos fios de cabelos; vagarosamente pela fresta entreaberta da porta do quarto; vasculhando metódico as notas os falsetes; delirante apreciei,...

Meu endereço

  O sofrimento me transforma. Da pedra lançada como lança para fora da janela da esperança; traduz a ordem tergiversada ... Colho a magoa de...

Duelando com a consciência

  Nos pegámos quase todo fim de tarde. Ela intelectualizada acusava-me sem modéstias precavida de represálias na cabeceira da cama centralizada no quarto onde ficavam...

Solidão imersa

Ela era linda e exalava pra todo lado sua beleza simples porque não usava maquiagem. Ela bebia o máximo do corpo até a leveza...

Ao som de jarbor

Faço minhas neste instante as palavras tal como mordaças de Jarbor, quando percebe com graça que a inteireza da vida se faz na inconstância e...

Wiskey contra o Elisio

  Algum andante pra habitar o Elísio Nos campos largos semear uma pátria Beber da dose do wiskey; Sair do cerco do engano; Pra se vestir do amargo doce...

Sinestesia

Vagueio pelos prados verdejantes do meu acanhamento e deixo o espanto equivalente de mim mesmo. Abraço a fantasia iluminaria e respiro tateando meu contentamento....

Lettres de cachet

  Quando o sol reluzia os detalhes pungentes da meia tarde, e o transito coalhado distribuía os veículos subseqüentemente, foi que avistei-a ali. Paradisíaca de...

SOBRE MIM

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto. Autor do Livro Desamparo ( Micro-Contos) Pela AR Publisher Editora.