Eu não acredito em felicidade. Sim, acredito que a liberdade amorosa está ausente. Na sabotagem que sustenta o ápice de um sorriso involuntário. No nevoeiro que nos cobre com chuva e infortúnio, a premissa de um remédio coercitivo, filme, ruptura natural. Na lousa, a professora desonesta do jardim de infância, minha mãe esquentando o forno para assar o bolo, você e eu em qualquer quadrante, sem dinâmica moral de assédio, querida, foi o que eu nunca tive. A capacidade de suportar a propriedade do puro inconsciente humano.

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

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