Júri popular do auditor-fiscal é previsto para terminar só na quinta

Fachada do Fórum da Justiça Federal de Maringá, onde acontece o júri popular / Google Street View / Imagem de junho de 2017 / Google 2019

O primeiro júri popular da história de 26 anos da Justiça Federal de Maringá começou com embates na manhã desta terça-feira (20/8). Com previsão de se estender até quinta-feira (22/8), advogados de defesa chegaram a pedir o adiamento da sessão devido à ausência de parte dos cidadãos convocados para compor o corpo de sete jurados.

Com a pendência resolvida, o julgamento da denúncia de homicídio doloso contra três dos cinco acusados da execução, em setembro de 2005, do auditor-fiscal da Receita Federal, José Antônio Sevilha, 43 anos, começou oficialmente à tarde.

Foram distribuídas senhas na porta da Justiça Federal e apenas 50 pessoas puderam acompanhar os trabalhos do júri popular do auditor-fiscal.

Sem um auditório especial para os julgamentos, foi improvisado um espaço no primeiro andar do prédio na esquina da Avenida XV de Novembro com a Avenida Duque de Caxias.

Não foram autorizadas imagens do julgamento. Os jornalistas que compareceram ao local não puderam nem entrar com o celular para assistir ao júri popular do auditor-fiscal.

Até quinta-feira, vão ser ouvidas as testemunhas de acusação e defesa, os três acusados do crime e, posteriormente, vão ocorrer os debates entre os procuradores do Ministério Público Federal e os advogados de defesa dos réus.

Acesse aqui e saiba mais sobre o crime que marcou a história de Maringá.

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