Governo do Paraná vai investir R$ 136 milhões por ano para aumentar atendimentos dos consórcios

A primeira fase prevê um aporte de R$ 36 milhões para apoiar o custeio e a manutenção dos serviços gerenciados pelos Consórcios Intermunicipais de Saúde.

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    O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), anunciou nesta segunda-feira (15), em Curitiba, um conjunto de medidas para fortalecer a regionalização e ampliar a capacidade da Atenção Especializada no Paraná.

    O destaque é o lançamento do Programa Estadual de Apoio à Atenção Especializada, Regionaliza Mais Paraná, que passa a injetar R$ 76 milhões por ano em serviços especializados gerenciados por consórcios, o maior investimento contínuo já destinado a esse fim.

    Paralelamente ao lançamento do programa, o Estado também anunciou R$ 42,5 milhões para a aquisição de equipamentos e enxoval, reforçando a infraestrutura de 10 Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) consorciados que estão em construção. Para ampliar o suporte operacional e fortalecer a atuação regional, também foram entregues 23 veículos administrativos, adquiridos com investimento de R$ 2,4 milhões, que darão apoio direto à gestão dos serviços ambulatoriais especializados.

    Com esse novo aporte, somado ao Programa Estadual de Qualificação dos Consórcios Intermunicipais de Saúde (QualiCIS), que já destina R$ 60 milhões anuais, o financiamento estadual exclusivo para serviços especializados gerenciados por consórcios alcança R$ 136 milhões por ano, consolidando um novo patamar de custeio permanente da Atenção Especializada no Paraná.

    O vice-governador Darci Piana ressaltou a dimensão dos investimentos realizados pelo Governo do Paraná na saúde. “Esses investimentos demonstram um governo que trabalha, planeja e cuida das pessoas. Estamos fortalecendo a saúde em todas as regiões do Estado, garantindo estrutura, atendimento e mais qualidade de vida para a nossa gente”, afirmou.

    Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o programa representa uma mudança estrutural no modelo de regionalização da saúde. “Estamos desonerando os municípios. É um auxílio direto para apoiar a gestão consorciada. Os recursos economizados poderão ser reinvestidos na ampliação das consultas, no aumento da oferta de exames e na redução das filas, garantindo que o paciente já saia com o encaminhamento adequado”, afirmou.

    AEN

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