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A Prefeitura de Maringá garante que os uniformes escolares para os estudantes da rede municipal de ensino serão entregues logo no começo de 2026. A afirmação é da secretária de Educação da cidade, Adriana Palmieri, que concedeu entrevista ao Maringá Post nesta sexta-feira (19).
Em 2025, a entrega dos kits foi alvo de críticas da população em razão do atraso. A chegada dos itens até os estudantes só foi normalizada no segundo semestre, com relatos de pais sobre o recebimentos dos uniformes apenas em novembro, já no fim do ano letivo.
Ainda em janeiro, o município adotou como medida emergencial a utilização da reserva técnica e a montagem de kits menores para garantir que todos os alunos da rede pública tivessem, além de uniforme, acesso aos materiais escolares. Já naquele momento, a Prefeitura atribuía o atraso a falha na licitação, iniciada em setembro de 2024.
De acordo com a secretária de Educação, o atraso na conclusão da licitação de 2024 atrasou a entrega dos itens em 2025. Como trata-se da mesma licitação, prevendo compras para 2025 e 2026, ela acredita que o processo este ano será mais simples.
“O processo para a aquisição e entrega dos uniformes escolares de 2026 está em andamento, respeitando os trâmites administrativos e contratuais vigentes. A Secretaria de Educação (Seduc), em conjunto com os setores responsáveis, está realizando o planejamento antecipado da produção e da logística, com previsão de início das entregas no começo do ano letivo de 2026. A licitação não foi concluída em 2024, o que atrasou a entrega dos itens em 2025”, disse Adriana Palmieri.
A expectativa é de que todos os estudantes recebam o kit completo, com camiseta, calça, tênis, agasalho, bermuda e demais itens.
Em setembro deste ano, a Câmara de Maringá aprovou um projeto da vereadora Majô (PP), que autoriza o município a subtituir a entrega dos kits escolares, anualmente, por ‘vouchers’, onde os próprios pais podem utilizar o valor para comprar os itens em estabelecimentos credenciados. A Prefeitura ainda não cravou uma data para que a medida, que ainda carece de regulamentação, entre em vigor.
“A Secretaria de Educação realiza estudos técnicos, jurídicos, orçamentários e operacionais relacionados à medida. A iniciativa depende de regulamentação específica, definição de critérios e ampla comunicação à comunidade escolar, não havendo, até o momento, data definida para início”, completou a secretária.









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