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As doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte entre mulheres no Paraná, segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A pasta reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento regular para evitar complicações.
Grande parte dos casos está associada à hipertensão, ao infarto e ao acidente vascular cerebral (AVC), doenças que podem ser controladas com cuidados preventivos e acompanhamento na rede pública. Em 2024, mais de 10 mil mulheres morreram por causas ligadas ao sistema circulatório. Neste ano, até o momento, o número passa de 7 mil.
A Sesa também aponta que tumores, doenças respiratórias e distúrbios do sistema nervoso estão entre as principais causas de mortalidade feminina. A orientação é que as mulheres mantenham consultas e exames em dia e procurem atendimento diante de sinais como dores no peito, tontura, falta de ar ou variações na pressão arterial.
As ações da secretaria envolvem o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, porta de entrada para o atendimento preventivo, além de programas voltados à alimentação saudável, atividade física e controle de fatores de risco, como colesterol alto e diabetes.
As políticas de saúde da mulher mantidas pelo Estado abrangem cuidados que vão além da atenção materna, com foco na saúde integral e no bem-estar em todas as fases da vida.
Para a diretora da Divisão de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti Lopes, a informação é uma ferramenta essencial.
“Cuidar da saúde é um ato de prevenção. Quanto antes o diagnóstico, maiores as chances de evitar complicações”, afirmou.








