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Pouco mais de dois meses depois, a Prefeitura de Maringá ainda não concluiu a elaboração de uma lei que prevê a concessão das atividades de lazer do Parque do Ingá para a iniciativa privada. O projeto, em fase de elaboração desde 2025, foi oficialmente apresentado pelo município em janeiro, em evento que contou com a presença do então secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.
Na ocasião, o município apresentou o que pretendia contemplar em um futuro edital de concessão e abriu uma consulta pública para a comunidade. A consulta se encerrou no dia 12 de fevereiro apenas 95 respostas.
Para que o edital de concessão seja aberto, o município depende da aprovação de uma autorização na Câmara de Vereadores. A minuta da lei ficaria sob responsabilidade do Instituto Ambiental de Maringá (IAM). A proposta, no entanto, ainda não saiu do papel.
De acordo com a Prefeitura, o IAM ainda analisa as contribuições da comunidade antes de dar andamento no texto final, que ainda não tem data para chegar ao legislativo. Também segundo o Executivo, o que deverá ocorrer será a atualização de uma lei já existente.
No meio do caminho, uma denúncia no Ministério Público do Paraná tentou barrar a concessão, alegando que ela desrespeitaria o plano de manejo do Parque. O MP, no entanto, descartou abrir um inquérito sobre o assunto.








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