Projeto “Maringá mais Segura” prevê 3 mil câmeras em pontos estratégicos e prédios públicos. Salas de aula não são incluídas

Por: - 12 de dezembro de 2018
Objetivo é readequar a base de dados da Secretaria de Segurança Pública (Imagem/Aldemir de Moraes)

Com o projeto “Maringá mais Segura”, a cidade terá até 3 mil câmeras de monitoramento instaladas em pontos estratégicos e prédios públicos até 2021. No próximo ano, o foco é instalar os equipamentos nas instituições de ensino municipais, porém, nenhum ficará  dentro das salas de aula, embora a lei aprovada e promulgada pela Câmara as inclua.

Pelo menos é o afirma a o secretário municipal de Segurança Pública, tenente-coronel Antônio Padilha. A previsão é instalar até 1,2 mil câmeras nas instituições de ensino nos próximos três anos: “Serão colocadas no perímetro externo e interno, em pátios, muros, portões e frente das escolas para proteção da comunidade escolar”.

A lei aprovada e promulgada neste ano pela Câmara de Maringá determina a instalação dos equipamentos inclusive dentro das salas de aula. A presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), Iraídes Baptistoni, disse que “quando a primeira câmera for instalada dentro de uma sala de aula, o sindicato irá recorrer à Justiça”.

Para não se indispor com os vereadores e o Sismmar, que é contra a instalação de câmeras dentro das salas de aula, o prefeito Ulisses Maia (PDT) não vetou e nem sancionou o projeto de lei aprovado pelos vereadores, que acabou sendo promulgado pelo presidente da Câmara Municipal, Mário Hossokawa (PP).

Durante as discussões na Casa, a Professora Vilma (PT), que ocupou o cargo no lugar do vereador Mário Verri (PT), afirmou que Maringá tem 128 escolas municipais e CMEIS, que somam cerca de 1,4 mil salas de aula, e que seria “muito gasto” instalar as câmeras em todas as salas, além dos outros ambientes.

357 prédios públicos devem ser monitorados

De acordo com nota da assessoria de imprensa da prefeitura, para 2019 estão previstos R$ 32 milhões na instalação de mil equipamentos em 357 prédios públicos. Porém, o secretário de Segurança Pública disse que ainda não tem número fechado de equipamentos. “Não estou preocupado com o número de câmeras, o importante é uma base de dados consistente”, disse o coronel.

Segundo Padilha, o objetivo inicial é instalar uma base na sede da secretaria de Segurança Pública para receber as informações das outras secretarias e atualizar os softwares. Além disso, a prefeitura também atua na implantação de uma rede de fibra ótica para transmissão dos dados. O secretário afirmou que o projeto executivo foi montado e a licitação deve ser publicada no início de 2019.

“Nós não queremos investir pesado em pessoal porque tem a questão do limite de gastos, por isso estamos investindo em tecnologia e treinamento para os guardas. Não que não seja importante pessoal e viaturas, mas precisamos sair daquele comportamento padrão de achar que segurança só se resolve contratando pessoas e viaturas”, disse Padilha.

No total, serão destinados R$ 70 milhões para o projeto “Maringá mais Segura”. Os recursos fazem parte de uma linha de crédito do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O termo de intenções entre o município e o BRDE para implementação do projeto de segurança foi assinado na quinta-feira (6/12) em Foz do Iguaçu.

Educação e Saúde vão receber maioria das câmeras

Segundo a prefeitura, as 3 mil câmeras a serem instaladas nos próximos três anos, período que dura a parceria com o banco, vão atender a demanda de seis secretarias. As áreas de Educação e Saúde devem receber juntas mais da metade dos equipamentos previstos. Confira a relação de câmeras por secretaria:

  • 1,2 mil equipamentos para secretaria de Educação
  • 1,2 mil para a secretaria de Saúde
  • 300 para secretaria de Segurança Pública
  • 100 para a secretaria de Cultura
  • 150 para a secretaria de Esportes e Lazer
  • 50 para a secretaria de Mobilidade Urbana

Em cada secretaria, as câmeras terão objetivos específicos. Nas instituições de ensino e nas unidades de saúde, por exemplo, a ideia é que os equipamentos tenham sensores para invasão e controle de fluxo do acesso. Em teatros e centros esportivos, terão detectores para vandalismo, pânico e contagem de pessoas. No trânsito, o sistema reconhecerá veículos na contramão e bloqueios de via.



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