Maio já esta no final . O que somos nós afinal?? (Kid Abelha)

Um olhar no espelho cheio de duvidas.. Um poço de virtudes desconhecidas, que se desvenda aos poucos como o bom salutar como alimento.Levar a vida dentro de um porão crendo que a solidão é o melhor instinto…

Mal encarado consigo mesmo não se suporta, não se lamenta..Em nada vê graça.Quando sai a rua estufa o peito como se todos fossem seus inimigos… Ms é pura agonia.é pura o descuido. Toma notas de seus seu gosto, a existência para ele é um reduto e /ou escudo contra o mal sentido que o assola…

Asim vive nosso protagonista. O complexo de Dostoievski seu animal interno cuspindo seus vermes internos. Por vezes encontra um velho amigo  ou outro do tempo de colegial, mas todos a seu ver são sere inanimados,nojentos. Para ele personagem sem nome somos quase nós insatisfeito com um boa vida ainda que pacata.

Epicuro bem entendia  sobre o prazer, o dele-te do boa e precisa comida. ambos autores não se entram em combate. Mas são são precisos, cirúrgicos quando precisam dar um golpe saindo da zona de conforto.

O desce e sobe da escada do porão  é a metáfora da realidade gritante afora que pede socorro.

 

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto. Autor do Livro Desamparo ( Micro-Contos) Pela Editora AR Publisher Editora.

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