Saudemos a trapaça benemérita, que não desfruta da ingenuidade alheia, se previne, pois também é vitima.

Esta que não causa escândalo. Tem brasão e sobrenome, tem jargão polido, é diplomada, e não faz promessa.

Meus sinceros mais humildes cumprimentos, senhores súditos da esperteza, com suas acompanhantes de beleza avarenta; recalcadas a base de loja; acabrunhados de frases ponderáveis, subliminares viagens reincidentes, cheios de planilhas em prol do jugo hermético solidário do desenvolvimento econômico.

Não faz mal se por ai, a fora, a dignidade padece, quando não, nas taxas de juros comestíveis com arroz, no analfabetismo filantrópico.

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

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