Que tempo é esse meu Deus ao qual não me caibo? quem em diminutos do assoalho me confundo entre agonia e soberba.. Que tempo é esse que sussurra em meus ouvidos vírus contrastado, mentiras e gracejos, saudades malogradas e mal entendidos… Que tempo é esse que não quero subverter em alguma espécie porque não há espécie que não concorra a morte… Que tempo é esse que me da pontapés, que me insulta e diz que me ama.. Que tempo é esse que não vai ficar, não vai trair nem confundir meu nome… Quando na raiz saborear de mim o amargo gosto da loucura.

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

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