Tudo o que tenho nas mãos é uma ideia de paciência que é intermitente, pessoas são figuras ilustrativas de um cenário imaginário constituído para o engano póstumo… Mas cada pedaço de uma mesma inteireza representa um traço que para mim é insignificante.
Basta olhar para os apressados transeuntes que fadigam, um cansaço que comprime a essência humana e exterioriza uma lacuna sem lembranças dignas…
Também é neste instante exímio que mais me surpreendo, alguns sorrisos são disparos desconcertantes reivindicantes. Não pedem para que a reciproca seja concomitante uma vez que toda sua exuberância cabe em démodé. Mas antes de uma reação, cala minha suplica pra que o dia acabe, enquanto caminho destemido pela avenida viva.

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

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