Me acompanho ha alguns anos. E a luz que compõe meu norte tem um tom cinza. Tormentos sintetizam os dias quando a poeira e a ferrugem levam embora o pouco de sanidade. Não existe medo. O torpor compensa qualquer nova atitude que seja pleno. Rancores somam os restos de amores que se foram com o tempo. Vertigens e enjoos são compêndios intermitentes, quando a ternura é a sobra da beleza de estar completo na infinitude de si mesmo. Assim, me deleito, como em um exame de consciência perfeito.

Precisamos nos livrar dos excessos, este que é o maior empecilho para a leveza que traz a paz nômade que veem se desfazendo em mim . Assim haverá efeito capaz de mobilizar com necessária força um movimento o suficiente para de mudar os rumos. Enquanto isso morra com opinião própria, estrangulado pela politica podre. E eu sigo confiante em nada aspirante

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

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