A realidade esta para a contemplação como a natureza em consonância com a grandeza da alma. O absurdo de viver é insuportável porque a realidade não cabe nos nossos desejos. Se o nosso mundo cai, em primeiro aspecto aparenta que perdemos nosso horizonte de sentido, ponto harmônico, referencial, saímos da zona de conforto. Assim são os amores, de se admirar na sua gênese, mas ilusão quando passamos a idealiza-lo no liame da eternidade e por esse razão desencantadora, portanto de saída do campo de engano é que mentes brilhantes como a de “Vinicius de Morais” escreve: “Que seja eterno enquanto dure“; para que não nos prendamos aos mitos que compõe o amor irrepreensível, incontestável. O perigo está no risco de se empurrar “A pedra de Sísifo” e empreender por pessoas que não valem um esforço inútil; puro desperdiço.

Uma das maiores batalhas que qualquer indivíduo necessita enfrentar é contra a inércia do movimento de seu próprio comportamento. Limites existem para potencializar nossas ações perante a vida e não para tolher a capacidade; mas é preciso compreender que quando nosso desenvolvimento esbarra em algum conhecimento cristalizado e isso portanto impede nosso real crescimento, então inevitavelmente é hora de mudar nosso ponto de vista ou o ângulo de observação ou ainda simplesmente injetar com a incisão precisa , novos e construtivos pensamentos. O Existencialismo ensina justamente isso de maneira mais ríspida. Nós somos o que fazemos e agimos de acordo a nossos princípios.

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

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