Um pseudo de mim
Soa enquanto ri
cacoetes da miséria pusilâmine
Costumes de autarquia

Em minha natureza triste
Entre os dedos entrelaçados a taça eu bebo
Do doce que é amargo á antinomia

E com chacais com suas armas brancas de enredo
então em escalas o desalinho do bordão

Agora entenda-me
E se poder, embriague-se de mim
E quem sabe assim,
Só o gosto de um talvez, é que as consequências podem exaurir
no meio da madrugada
o que espero que seja , o fim.

Luiz Renato Vicente é acadêmico de Filosofia da UEM (Universidade Estadual de Maringá). Vencedor de duas Edições do Prêmio Melhor Leitor do Ano pela Rotary Club Internacional e Semuc. 2017 ( 2º lugar) e 2019 ( 1º lugar) na categoria adulto.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here