Paraná confirma terceiro caso de intoxicação por metanol; outros dois seguem em investigação

Pacientes são homens de Curitiba, com idades entre 36 e 71 anos; Sesa aguarda resultados de exames de casos em Maringá e Toledo.

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    A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) confirmou, nesta terça-feira (7), mais um caso de intoxicação por metanol no Estado. O novo registro é em Curitiba, onde já haviam sido diagnosticados outros dois pacientes. Os três homens, com idades entre 36 e 71 anos, seguem internados e recebem acompanhamento médico especializado.

    De acordo com a Sesa, foram descartadas as notificações de possíveis casos em Foz do Iguaçu, Cruzeiro do Oeste e Ponta Grossa, após exames laboratoriais não confirmarem a presença da substância. Permanecem em análise dois casos suspeitos: um de Maringá e outro de Toledo, ambos envolvendo homens de 27 anos.

    O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, reforçou a importância do consumo de bebidas de origem confiável.

    “O metanol é uma substância altamente tóxica e pode causar danos graves à saúde, inclusive a morte”, alertou.

    Desde sábado (4), o Ministério da Saúde enviou ao Paraná 220 ampolas do antídoto utilizado no tratamento, composto por etanol farmacêutico. O produto é distribuído conforme a demanda dos hospitais que notificam casos ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional.

    A Sesa orienta que qualquer pessoa que apresente sintomas como dor de cabeça intensa, náusea, visão turva ou confusão mental após consumo de bebida alcoólica procure atendimento médico imediato.

    Casos suspeitos podem ser comunicados aos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) do Estado, pelos seguintes contatos:

    • Curitiba: 0800 041 0148
    • Londrina: (43) 3371-2244
    • Maringá: (44) 3011-9127
    • Cascavel: (45) 3321-5261

    A Sesa também reforça que bebidas devem ser adquiridas apenas em estabelecimentos confiáveis, com lacres intactos e rótulos legíveis. Produtos com preços muito abaixo do normal ou sem selo fiscal devem ser evitados.

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