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Um médico ortopedista pagará R$ 120 mil de multa ao poder público após ser flagrado delegando cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS) para médicos residentes, enquanto atendia em uma clínica particular no mesmo horário em que deveria estar à disposição da rede pública. O caso foi registrado em Umuarama.
O servidor firmou o chamado acordo de não persecução penal com o Ministério Público, mecanismo onde assume a culpa pelo ocorrido, mas se livra de uma condenação na esfera criminal. Ele foi investigado na “Operação Fratura Exposta”, deflagrada em setembro do ano passado.
Conforme apurado pelo MPPR, o profissional da saúde, em pelo menos 18 ocasiões, delegou a médicos residentes a realização de cirurgias pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), buscando assim ficar liberado para atender pacientes particulares em seu consultório.
O investigado confessou os delitos e tinha os requisitos necessários para a celebração do acordo, em razão do qual deverá pagar multa de R$ 120 mil e deixar de atender, pessoalmente ou através de pessoa jurídica da qual seja sócio, pacientes perante o Sistema Único de Saúde (SUS) pelo prazo de seis meses.







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