Jovem de 23 anos é executado a tiros em loja de conveniência, em Maringá

Um suspeito armado com uma pistola 9mm atirou diversas vezes contra a vítima, que estava acompanhada de um grupo de amigos.

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    Na madrugada deste domingo (23), um jovem de 23 anos, identificado como William da Silva Santos, foi executado a tiros em uma loja de conveniência na Avenida Colombo, em Maringá.

    De acordo com informações do Plantão Maringá, um homem armado com uma pistola 9mm atirou diversas vezes contra a vítima, que estava acompanhada de um grupo de amigos. William caiu na calçada e morreu antes da chegada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

    Quando as equipes policiais chegaram ao local, a loja já estava fechada e vazia. Todas as testemunhas — inclusive os amigos da vítima — haviam deixado a cena do crime.

    Denúncias recebidas apontam que mesas, cadeiras e parte do lixo teriam sido recolhidos antes da chegada da polícia, levantando suspeitas de possível interferência na preservação da cena.

    As circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas. Os policiais receberam relatos conflitantes: algumas pessoas afirmaram que o atirador já estava dentro da loja de conveniência e saiu para pegar a arma em um veículo antes de retornar e disparar; outras versões mencionam a chegada de um carro modelo Evoque ou até mesmo de uma motocicleta, que teria trazido o autor do crime. No entanto, nenhuma dessas informações pôde ser confirmada, já que não havia testemunhas no local.

    Após o ocorrido, a loja de conveniência divulgou uma nota de esclarecimento na qual lamenta a fatalidade e explica sua posição sobre o caso. Leia a seguir:

    É com imenso pesar que nos manifestamos sobre a fatalidade ocorrida. Lamentamos profundamente esse acontecimento, que marca de forma muito triste a nossa trajetória. Estamos colaborando e continuaremos a colaborar com tudo o que for necessário para o total esclarecimento dos fatos.

    Sentimos muito por todos os envolvidos – amigos, clientes e a comunidade que sempre nos apoiou. Sabemos que, além da dor, existem famílias que dependem diretamente deste estabelecimento para seu sustento, assim como eu. Por isso, reforçamos nosso compromisso com a responsabilidade e a seriedade com que sempre conduzimos nosso trabalho.

    Viemos de baixo, construímos tudo com muito esforço, dedicação e comprometimento. Esta situação nos abala profundamente.

    Esclarecemos que o fato foi um ato de violência externa à empresa, fora das dependências da empresa, sem qualquer relação com a atividade da conveniência ou seus colaboradores. Mas infelizmente existem situações que fogem totalmente do nosso controle.

    Agradecemos a compreensão e o apoio de todos.”

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