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A Câmara de Maringá adiou a discussão do projeto de lei que pretende conceder reajustes salariais para servidores de carreira, cargos comissionados e os próprios vereadores. A primeira discussão do projeto ocorreria nesta quinta-feira (19), mas foi adiada por uma sessão.
De acordo com o projeto Nº 18092/2026, de autoria da Mesa Executiva, o legislativo está disposto a oferecer um reajuste 4,5% para os servidores concursados e os cargos em comissão, mesmo percentual aprovado para o funcionalismo municipal recentemente. Além do aumento nos salários, o texto também prevê 10,5% de reajuste do vale-alimentação, saindo dos atuais R$ 634 para R$ 694.
Aos subsídios dos vereadores, atualmente de R$ 15.190, o texto concede o reajuste de 4,8% a título de “reposição inflacionária”, como descreve um release divulgado pela Câmara Municipal. De acordo com o legislativo, o percentual não prevê ganho real, uma vez que o índice “corresponde exclusivamente à recomposição do poder aquisitivo”. Todas as reposições salariais da Câmara são pagas com recursos próprios, assim como os salários dos servidores.
“Garantimos a recomposição integral da inflação para os vereadores, respeitando o período acumulado, e, ao mesmo tempo, asseguramos aos servidores o mesmo índice aplicado pela Prefeitura, com reposição inflacionária, ganho real e ainda reajuste de 10,5% no vale-alimentação. Foi um trabalho cuidadoso, pensando no equilíbrio das contas e na valorização de todos, sempre com responsabilidade e segurança jurídica”, disse a presidente da Câmara, Majô (PP), em material divulgado pelo poder legislativo.
Conforme um estudo de impacto realizado pelo próprio legislativo, que o Maringá Post teve acesso, os reajustes nos subsídios e nos vales de todas as categorias que têm direito deverão custar, aproximadamente, R$ 1,7 milhão ao longo de 2026.
O projeto voltará a ser discutido na sessão ordinária da próxima terça-feira (24).









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