Lula diz que gestor que deixa obra parada deve ser preso

Presidente inaugura escolas na Ilha do Marajó e anuncia retomada de obras paralisadas na educação.

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    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (2) que gestores que deixam obras públicas paralisadas deveriam ser responsabilizados criminalmente.

    A declaração foi feita em Breves, no Pará, durante cerimônia de inauguração de três escolas na Ilha do Marajó. Uma delas havia sido iniciada em 2011 e ficou paralisada por anos, junto com outras 115 obras na região.

    As unidades de ensino foram retomadas com investimentos de R$ 126,9 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo o presidente, a paralisação por motivos políticos demonstra desrespeito à população local.

    Foram entregues a creche Professor Afonso Brito da Cruz, a escola de ensino fundamental São Sebastião Rio Limão do Japichaua e a escola Francisco Chagas da Costa, em Melgaço. Também foi autorizada a retomada de sete obras em Melgaço, incluindo escolas de dois e seis salas, creche pré-escola e quadra escolar coberta.

    O projeto FNDE Chegando Junto acompanha as obras e oferece assistência técnica, monitoramento, alimentação escolar, transporte, livros didáticos e valorização de profissionais. A primeira fase contemplou a Ilha do Marajó e o Amapá; a segunda, em 2025, atende Maranhão e Roraima.

    Após os compromissos no Marajó, Lula seguirá para Belém para vistoriar obras relacionadas à preparação da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

    Fonte: Agência Brasil

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