Ao ser indagada sobre respeito no debate político, Cristina Graeml ataca judiciário e defende presos do 8 de janeiro

Jornalista respondeu críticas sobre agressividade na política. E apontou perseguição a conservadores e classificou atos de vandalismo sem intenção de golpe

  • O tom agressivo do debate público brasileiro foi abordado durante a entrevista de Cristina Graeml no podcast Ponto a Ponto. O Maringá Post questionou a pré-candidata sobre a desqualificação constante de adversários na política. A pergunta apontou que essa prática gera ódio e violência na sociedade. A jornalista concordou com a necessidade de amenizar o tom. Logo em seguida, ela direcionou ataques à atuação do Judiciário.

    “Com todo o respeito a quem é de esquerda, pensa diferente, mas ficar passando pano para juiz que abusa da autoridade não vai levar o Brasil para um lugar melhor”, afirmou.

    Ela classificou a situação atual das instituições jurídicas do país como uma “ditadura de toga”. “Essa ditadura está voltada contra os conservadores que são os adversários deles.”

    Presos do 8 de janeiro

    A jornalista defendeu os condenados pelas invasões de 8 de janeiro de 2023 em Brasília. “Obviamente que eu defendo os presos políticos do 8 de janeiro. Classifico todos como presos políticos, mesmo quem eventualmente tenha vandalizado, mas não queria dar golpe de Estado”, declarou.

    Ela também incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro no que considera alvos do sistema. “O presidente Bolsonaro nem se fala, é um perseguido político.”

    A entrevista completa com Cristina Graeml está disponível no podcast Ponto a Ponto, no canal do Maringá Post no YouTube.

    Apresentação: Ronaldo Nezo

    Produção de áudio e vídeo: VMark Estúdio

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