Para os supersticiosos, haja talismã para afastar o azar no 2026 de três sextas-feiras 13; leia como os maringaenses se preparam para enfrentar o ‘desafio’

Reportagem do Maringá Post perguntou para a população como a ‘mística’ do calendário afeta o dia a dia das pessoa

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    Se para os supersticiosos, uma sexta-feira 13 assusta e exige uma série de precauções, imagine um ano, onde durante os 12 meses, o “fenômeno” vai ocorrer 03 vezes? É, nobre leitor, o calendário de 2026 nos reserva três sextas-feiras 13. Haja, arruda, pé-de-coelho, figa e outros amuletos para “fechar o corpo” e espantar o azar.

    A última vez que isto ocorreu foi em 2015, e só voltará a se repetir em 2037. O “dia do azar” aparece três vezes neste ano, porque 2026 é um ano não bissexto, que começa em uma quinta-feira. Nesse caso, fevereiro, março e novembro começam em um domingo. Toda vez que isso acontece, o décimo terceiro dia do mês é sexta-feira.

    Mas será que a superstição, que já foi bem presente no cotidiano popular, perdura até hoje? O Maringá Post foi às ruas perguntar aos maringaenses o que eles pensam sobre a data e todos os entrevistados compartilham de opinião semelhante

    “Já ouvimos falar muito disto, mas ficou para trás.”

    “Hoje é só mais um dia normal.”

    “Agora temos acesso a mais informação. É mais fácil saber o que é verdade e o que não é”.

    Três frases mais ouvidas durante os depoimentos dos maringaenses entrevistados pelo Maringá Post.

    Diante dos relatos, pode-se concluir que a tradição popular, o folclore, perdeu-se na estrada. Não teve um único maringaense que afirmasse ter mudado a rotina para evitar o “azar” da sexta-feira 13. E você leitor? Toma alguma medida para se proteger desta data mística?

    Confira o que alguns dos maringaense disseram:

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