Trabalhadores que atuaram na duplicação da PR-317 voltam a protestar contra falta de pagamentos, em Maringá

Na manhã desta segunda-feira (1º), grupo se mobiliza em trecho da PR-317 na entrada da Avenida Morangueira. Sindicato que representa a categoria alega que ao menos 100 trabalhadores não receberam o valor das rescições. Eles já haviam feito manifestação sobre o mesmo assunto em julho.

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    Um grupo de trabalhadores que atuou na duplicação da PR-317, entre Maringá e Iguaraçu, voltou a protestar na manhã desta segunda-feira (1º) contra uma suposta falta de pagamento de rescições contratuais. O grupo se reuniu nas margens da PR-317, próximo a Uningá. Eles pretendem fechar os dois sentidos da rodovia por alguns minutos.

    Eles atuavam para a antiga construtora responsável pela obra, que teve o contrato rescindido em maio por atrasos no cronograma. Uma nova empresa assumiu a obra desde então. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada (Sintrapav), ao menos 100 trabalhadores que prestaram serviços para a antiga empresa responsável pela obra não receberam os valores devidos, até o momento, das rescisões contratuais.

    O mesmo grupo já havia se manifestado sobre o assunto em julho, em protesto na sede do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná em Maringá.

    O Maringá Post tenta contato com o DER-PR e com a empresa para comentar o assunto e aguarda um retorno.

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