Sem interessados, Prefeitura de Maringá vai revisar edital de concessão do restaurante do Parque do Japão

Por: - 26 de abril de 2019
Edital vai ser republicado em 10 dias / Prefeitura de Maringá

Nenhuma empresa demonstrou interesse em participar da licitação para concessão de uso do salão de eventos, buffet e oferta gastronômica do restaurante do Parque do Japão. Uma nova licitação, sem previsão de data para ser publicada, vai ser aberta pelo município que estuda alterar os valores pedidos, entre outras exigências, para atrair os empresários.

O edital previa que o valor mínimo do aluguel seria de R$ 13,8 mil e o contrato teria duração de sete anos, com possibilidade de renovação por igual período. A concessionária deveria disponibilizar refeições no horário do almoço de quinta-feira a domingo e feriados, ficando livre de segunda, quando o parque é fechado, a quarta-feira.

A empresa vencedora da licitação também precisava oferecer no cardápio no mínimo 25% de culinária japonesa e 50% de culinária brasileira. Os 25% restante são de preferência da empresa.

A empresa que apresentasse a melhor proposta poderia explorar a área de 1.455 m². Em entrevista para o Maringá Post em março desse ano, a diretora executiva do Parque do Japão, Maria Lígia Guedes, disse que a expectativa era de que vencedora da licitação começasse a atuar no parque no final do primeiro semestre deste ano.

Maria Lígia Guedes explicou que o objetivo da licitação é melhorar o atendimento aos vistantes. De acordo com ela, o local recebe cerca de 2,5 mil pessoas por fim de semana e no período do Natal esse número chega até 10 mil pessoas.

Durante o período da Maringá Encantada de 2018, o restaurante do Parque do Japão foi administrado pelo Provopar de Maringá. O local chegou a disponibilizar refeições por quilo, durante o mês de janeiro de 2019, para atrair mais visitantes.

Em fevereiro de 2018, a Prefeitura de Maringá e o Provopar fecharam um contrato de três anos da cessão de uso do restaurante e estacionamento do Parque do Japão.

Meses depois, em outubro de 2018, um projeto de lei chegou à Câmara de Maringá com o pedido de autorização para a concessão do restaurante à iniciativa privada.

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