Conheça 20 pontos turísticos em Maringá: são templos, prédios históricos e muitos parques, para se divertir e lembrar a história da cidade

Por: - 27 de abril de 2018

Apesar de ser uma cidade nova, Maringá coleciona lendas curiosas em alguns pontos históricos. Eleita uma das melhores cidades do Brasil, de acordo com estudo da consultoria Macroplan, Maringá tem roteiros com locais históricos, gastronômicos, de lazer e turismo de negócios.

Um dos destaques é a arborização urbana, que fez com que Maringá ficasse conhecida como “Cidade Verde”. Com urbanismo inovador, a cidade tem pelo menos uma árvore para cada quatro habitantes, totalizando uma média de 55 m² de área verde por habitante.

De acordo com o Observatório do Turismo e Eventos de Maringá, em 2017 a cidade arrecadou R$ 3,8 milhões de Imposto Sobre Serviços (ISS), específico da área de turismo. Os negócios também movimentam a economia local. Só em fevereiro de 2018, o ISS de encontros e congressos foi de R$ 21,9 mil.

Maringá Post reuniu 20 pontos importantes para serem incluídos na lista de locais para se visitar na cidade. São roteiros de passeios familiares nos fins de semana, para conhecer melhor a história de Maringá, apreciar a natureza nos parques da cidade ou acompanhar o turismo de negócios.

Outra atração é o passeio realizado com a jardineira, que passa pelos principais pontos da cidade. O City Tour ocorre aos sábados, domingos e feriados, com saída às 15h em frente à Catedral. Durante a semana, grupos interessados podem fazer as reservas pelo telefone (44) 3221-1428.

Os passeios têm aproximadamente duas horas de duração e custam R$ 2 por pessoa. A jardineira tem capacidade para 32 passageiros.

Parques e bosques

1- Parque do Ingá

Parque do Ingá comemora 46 anos

Considerado um dos pulmões da cidade, o Parque do Ingá está instalado no coração de Maringá. Inicialmente, o local era uma grande área nativa com um pequeno córrego que ficou conhecido como “Córrego das Lavadeiras”.

O parque tem 474 mil m², lago artificial, sete quilômetros de pavimentação interna em paralelepípedos que foram extraídos da antiga Avenida Brasil.

A mata nativa foi preservada pelo processo de urbanização em respeito à lei de proteção aos mananciais. Isso porque, no interior do parque está localizado o Córrego Moscados.

Em 1991, o Parque do Ingá foi oficialmente declarado pela Lei Orgânica do Município como área de preservação permanente na categoria Parque Municipal.

Na parte externa, o Parque do Ingá conta com uma pista de caminhada com três quilômetros de extensão e academias ao ar livre. Outros locais de destaque são o píer com os pedalinhos e a lanchonete.

Ainda há uma gruta, que ficava de frente para o lago onde era o ponto das lavadeiras. A gruta abriga uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, que foi trazida pelo governador do Paraná, Haroldo Leon Peres.

O local chegou a ficar conhecido nas décadas de 1970 e 1980 como “Pátio dos Milagres”, por causa das várias mensagens de fiéis que ali foram deixadas.

Endereço: Zona 3

2 – Parque Alfredo Nyffeller

Criado para revitalização de área degradada e com o objetivo de proteção à nascente do Ribeirão Morangueiro, o parque foi implantado em 1988.

Com 104 mil metros quadrados, o parque conta com lago artificial, dois campos de futebol suíço – usado também para rúgbi, parque infantil, mirante e pista de cooper com 1.005 metros.

O portal imponente, que é uma típica tora extraída da região em décadas passadas, também chama atenção. Com a vista do alto da escadaria da entrada do parque, é possível ter uma visão panorâmica de todo o local.

Endereço: Rua Quito, 256 – Vila Morangueira

3 – Parque do Japão

Inaugurado oficialmente em 2014, o parque surgiu para homenagear os imigrantes japoneses que vieram para Maringá. A área de preservação ambiental com 100 mil m² tem marcos da imigração japonesa no Brasil, como bonsais, carpas e casa de chá.

A arquitetura dos prédios no interior do parque, como a praça de alimentação, quiosques e o ginásio de esportes, lembra a presença da comunidade nipônica na cidade.

O Parque do Japão também conta com um espaço para eventos. O local com vista para o lago tem capacidade para 300 pessoas.

Outro destaque do parque é o Jardim Japonês, considerado o maior fora do Japão. O local é composto pelo Museu da Imigração, restaurante típico japonês, bosque de cerejeiras e a Casa de Chá, local onde são realizadas as tradicionais cerimônias do chá.

No Natal, o parque recebe atrações especiais e fica todo iluminado para recepcionar os visitantes.

Endereço: Rua Tulípa, 987 – Parque Industrial

4 – Bosque das Grevíleas

Com quase 50 mil m², o Bosque das Grevíleas fica ao lado da Praça Pio XII. O nome do bosque é uma referência a única espécie de árvore plantada quando da criação do local: a grevílea.

Outra espécie que também chama atenção no bosque é a buganvílea, arbustos com flores que são responsáveis pelas cores vivas no local.

O bosque tem pista para caminhadas e corridas na parte externa e interna, além de local para ginástica e ciclovia.

Nos últimos anos, voluntários passaram a trabalhar para transformar o local em um grande bosque sensorial, com o plantio de inúmeras árvores frutíferas.

Endereço: Praça Pio XII

5 – Horto Florestal

O Horto Florestal é a área responsável pela arborização e composição de todo paisagismo que caracterizou Maringá como Cidade Verde. O espaço é da Companhia Norte do Paraná, colonizadora da região.

Com quase 370 mil m², o Horto Florestal foi inaugurado no início da década de 1950 com o objetivo de se tornar um Instituto Científico de Estudos de Botânica Regional. No local, seriam cultivadas espécies que pudessem auxiliar na arborização homogênea e com crescimento uniforme em diversas cidades.

O Horto Florestal está fechado para visitação desde 2004 e não tem pistas de caminhada ou mesmo atrativos internos. Há uma campanha na cidade para reabrir o local para visitação.

Endereço: Avenida Luís Teixeira Mendes

Templos e igrejas

6 – Templo Budista Jodoshu Nippakuji

Inaugurado em maio de 1983, o templo tem dois pavimentos em uma área total de 688 m. O altar é construído em peroba, trabalhada manualmente com a utilização de uma técnica tradicional de encaixe, sem o uso de pregos ou parafusos.

No interior do templo está a imagem de Buda Amida, conhecido como “Buda da Luz e Vidas Infinitas”, e um ossário de cinzas em devoção aos seus ancestrais.

Um sino de 900 quilos, trazido do Japão, está localizado no jardim externo do templo. O sino é tocado antes das celebrações e a badalada também anuncia a passagem do ano.

Endereço: Avenida Londrina, 477 – Zona 8

7- Catedral

Inspirados no satélite soviético Sputnik Segundo, Dom Jaime e o arquiteto José Augusto Bellucci conceberam o projeto da Catedral Nossa Senhora da Glória.

Representada por uma estrutura cônica que aponta para o céu, a construção faz referência àquele que vai em direção à Deus, assim como um foguete que segue a caminho do espaço.

O imponente monumento tem um diâmetro externo circular de 50 metros e 124 metros de altura, considerando a cruz no topo, que tem 10 metros. Atualmente, é o 10º monumento religioso mais alto do mundo e o primeiro da América do sul.

Na parte interna, o artista plástico Lorenz Helmair desenvolveu dezesseis vitrais com conceito abstrato de linhas e cores evidentes que, durante o dia mudam de tonalidade com a variação da incidência dos raios solares.

O escultor Conrado Moser foi quem criou o crucifixo de 7 metros instalado à esquerda do altar.

O pintor maringaense Zanzal Mattar é o autor da concepção da via Sacra, com suas 15 estações e a figura de Nossa Senhora da Glória, totalizando 60 trabalhos, sendo mais de 30 em painéis de cimento.

Como toda imponente estrutura, a catedral tem locais destinados à Eucaristia, administração, sala de reflexão dos padres, espaços para reuniões e a cripta, onde Dom Jaime Luiz Coelho, primeiro bispo de Maringá, foi sepultado em 2013.

No topo da catedral, um mirante permite que as pessoas conheçam o local. Ponto de uma das mais belas vistas de Maringá, só é possível atingir o topo depois de 463 degraus.

No caminho, está ainda o Museu da Catedral, onde estão arquivados documentos da história da cidade, como todas as edições do jornal impresso a Folha do Norte do Paraná, fundado por Dom Jaime na década de 1960.

Endereço: Praça da Catedral

8 – Mesquita Sheik Mohamed Ben Nasser Al Ubudi

Inaugurada em 1989, a arquitetura da mesquita tem características clássicas de um templo religioso islâmico. Um dos destaques é o Minarete, pequena torre de mesquita, de três ou quatro andares e balcões, de onde se anuncia aos muçulmanos a hora das orações.

No interior da mesquita está apenas o altar, onde é feito o sermão, e a mirraba, uma espécie de biombo voltado para Meca, cidade sagrada dos muçulmanos e direção para onde devem estar voltados durante as orações.

Em Maringá, os muçulmanos somam 500 pessoas e para entrar na Mesquita é necessário que retire os calçados. A religião islâmica acredita que os sapatos podem trazer impurezas para o templo.

Endereço: Rua Itália, 26 – Jardim Guapore

9 – Santuário Diocesano Nossa Senhora de Fátima

O Santuário Diocesano Nossa Senhora de Fátima, anexo à Igreja São Francisco Xavier, é uma gruta que conta com telas e imagens confeccionadas em seda, que vieram do Japão e de Taiwan.

No interior da gruta está a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Trazida de Portugal, a santa está suspensa sobre o altar, da mesma forma que Nossa Senhora apareceu para algumas crianças em Fátima.

O altar em pedra de granito foi trazido da Basílica Nossa Senhora Aparecida. As paredes decoradas por cerâmicas foram idealizadas pela artista Jaci Takai e representam a influência da comunidade nipônica em Maringá.

Endereço: Rua Monsenhor Kimura, 36

10 – Capela Nossa Senhora Aparecida

Uma das primeiras igrejas de Maringá, a Capela Nossa Senhora Aparecida foi construída em duas etapas: a primeira em 1949 e a segunda entre 1950 e 1955. Em 2015, a igreja foi tombada como Patrimônio Histórico Material pela cidade.

A capela foi restaurada pela própria comunidade do núcleo Guaiapó e atualmente a pintura tem cor azul, apesar de já ter tido outras cores, como cor de areia em períodos anteriores.

As fachadas laterais são compostas por uma porta de madeira e cinco janelas, feitas em ferro e vidro translúcido boreal.

O forro da cobertura de madeira tem relevos geométricos e uma cruz de malta ao centro. Atualmente, a iluminação interna na parte da nave é composta por vinte e quatro luminárias, penduradas em oito conjunto de três luminárias.

Endereço: Estrada Guaiapó

Teatros e museu

11 – Museu Bacia do Paraná

O Museu Bacia do Paraná está em uma das primeiras casas construídas na região conhecida como Maringá Novo.

Na década de 1980, a casa, então localizada na Avenida Brasil, foi cedida à Universidade Estadual de Maringá. Em 1984, foi desmontada e reconstruída no campus da UEM, respeitando a arquitetura original.

Com uma área de 250 m², a maioria do acervo foi doado pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná e pela Prefeitura Municipal.

O acervo faz parte da área da bacia hidrográfica do Rio Paraná, como fotografias, publicações diversas, fragmentos vegetais e animais, aparelhos e equipamentos topográficos, documentos e utensílios indígenas, entre outros objetos.

Endereço: Avenida Colombo, 5790 – UEM – Bloco Q 02

12 – Teatro Calil Haddad

O teatro tem capacidade para quase 800 pessoas sentadas, entre a plateia e o balcão. O local conta com cinco camarins, depósito de instrumentos, oficina e ala de espaço para dança.

Dentro do prédio estão o Museu de História e Artes Hélenton Borba Cortes, o foyer, local onde os espectados aguardam início das apresentações, e uma ampla varanda com vista para o Horto Florestal.

O museu ocupa três pavimentos, bem na área envidraçada com uma escada no centro. No térreo são 400 m², o primeiro andar com 540 m² e o último com 200 m², onde também funciona a Gerência de Patrimônio Histórico de Maringá. No local, estão arquivadas milhares de fotos e documentos de cada década da história da cidade.

Endereço: Avenida Luís Teixeira Mendes, 2500 – Zona 5

13 – Teatros Barracão e Reviver

Com estrutura de madeira de eucalipto, foi o primeiro teatro municipal da cidade. O local que já foi palco para grandes atores, como Gianfrancesco Guarnieri, Kate Hansen e até mesmo Paulo Autran, tem capacidade para 215 pessoas.

O teatro foi construído por meio de um projeto do Governo do Estado, que também inaugurou uma série de teatros seguindo o mesmo modelo no Paraná. A obra foi viabilizada por meio da antiga Lei Sarney (substituída pela Lei Rouanet).

Outro teatro da cidade, também viabilizado pela Lei Sarney e todo construído em madeira, é o Teatro Reviver. O espaço tem capacidade para 203 pessoas e a frente do palco com 9,70m.

Endereço Teatro Reviver: Praça de Todos os Santos – Zona 2
Endereço Teatro Barracão: Praça Professor Nadir Cancian – Zona 7

Vila Olímpica

14 – Willie Davids

Willie Davids é uma curiosa homenagem, já que Willie da Fonseca Brabazon Davids foi o primeiro prefeito de Londrina, maior rival do Grêmio Esportivo Maringá nos “clássicos do Café”.

O estádio faz parte da Vila Olímpica de Maringá, onde além do Velódromo ainda estão o Ginásio de Esportes Chico Netto, Parque Aquático e Ginásio de Esportes.

No gramado do estádio, o Grêmio Esportivo Maringá já enfrentou o Santos de Pelé e até a seleção da antiga União Soviética em 1966.

Além dos clássicos do futebol, o local também já foi palco de apresentações musicais, como da cantora Ivete Sangalo que esteve na cidade em 2006.

Endereço: Avenida Prudente de Morais, s/n – Zona 7

15 – Ginásio Chico Netto

O Chico Netto foi inaugurado em 1976, e além de palco de grandes eventos esportivos, o Ginásio se transformou na arena dos espetáculos musicais da cidade até a década de 1990.

Passaram pelo ginásio, Roberto Carlos, Barão Vermelho com Cazuza, Mamonas Assassinas, entre muitos outros astros.

O ginásio leva o nome de Chico Netto, ex-zagueiro esquerdo e capitão do Fluminense. Em 1923, Chico Netto chegou a comandar a Seleção Brasileira, e no período foram sete jogos com três vitórias do Brasil.

Depois de encerrar a carreira, o ex-técnico da seleção mudou-se para Maringá. Ele morou na casa de um irmão, na Avenida Brasil.

O Ginásio conta com quadra poliesportiva, piso emborrachado, três vestiários, sala de reuniões, departamento médico, almoxarifado e arquibancadas para 4.538 pessoas.

Endereço: Rua Professor Lauro Eduardo Werneck, 530 – Zona 7

Gastronomia

16 – Mercadão de Maringá

O Mercadão de Maringá foi inaugurado em outubro de 2009, no prédio que abrigou o primeiro armazém de secos e molhados da cidade.

São 30 lojas com os mais variados produtos, desde frutas típicas e exóticas, a vinhos nacionais e importados, cervejas de todos os cantos do mundo, temperos, queijos, carnes, peixes, doces, chocolates e muito mais.

Ao lado do Mercadão fica o Largo ou Travessa Jorge Amado, espaço de trânsito livre de pedestres, onde ocorrem alguns eventos culturais e artísticos da cidade.

Endereço: Avenida Prudente de Morais, 601 – Zona 7

17 – Feira do Produtor

Apesar de ser reconhecida pelos produtos frescos, entre frutas, verduras, embutidos, queijos, peixes e algumas especiarias, o pastel virou o referencial de aproximadamente 30 mil pessoas que passam pelas barracas da Feira do Produtor.

Além dos produtos, a feira também conta com alguns diferenciais: tem um gaitista cego, um violeiro gritador, uma mulher que toca reco-reco e por aí vai.

A Feira do Produtor teve início em 1972 e, no começo, contava com 15 barracas. Hoje são cerca de 125 produtores participantes das feiras que ocorrem às segundas, quartas e sábados no estacionamento do Estádio Willie Davids.

Além da Feira do Produtor, a cidade tem feira de domingo a domingo nos bairros. Confira a programação completa.

Endereço: Avenida Prudente de Morais – estacionamento do Estádio Willie Davids

Pontos históricos

18 – Hotel Bandeirantes

Chamado inicialmente de Grande Hotel Maringá, o Hotel Bandeirantes foi desativado em 2005, depois de um complexo processo de tombamento histórico pela Coordenadoria de Patrimônio Cultural do Estado do Paraná.

Localizado na Praça Renato Celidônio, o hotel ainda preserva histórias do século passado. O prédio que já foi um dos mais imponentes do norte do Paraná, é composto por três pavimentos e vários blocos que formam pátios internos.

No primeiro bloco, instalado na frente da Praça, funcionava o térreo, a recepção, o restaurante, o bar e salões para pequenos eventos, além da cozinha. Os 66 apartamentos estão no segundo e terceiro pavimentos de cada bloco.

Após o tombamento, o proprietário optou por fechar o estabelecimento, não permitindo a entrada de pessoas no prédio.

Atualmente, o hotel cede espaço para a Agropecuário Estrela do Sul, empresa responsável por administrar as fazendas da família Zweker. Com a baixa ocupação, o Hotel se transformou em palco de lendas de terror e fantasmas.

Endereço: Praça Renato Celidônio

19 – Aeroporto Regional Dr. Gastão Vidigal

Em 1953, o arquiteto José Augusto Belluci elaborou o projeto arquitetônico da área de embarque e desembarque de passageiros do Aeroporto Regional Dr. Gastão Vidigal.

O prédio foi erigido em madeira e com telhado de barro, com formato que lembra as estruturas coloniais estadunidenses.

O aeroporto funcionou até o final da década de 1960, quando deu espaço para a nova estrutura, construída pela iniciativa pública.

O Aeroporto de Maringá funcionou nessa estrutura até o final da década de 1990. Em setembro de 2000 foi inaugurado o atual prédio nomeado Silvio Name Júnior, localizado fora dos limites do meio urbano

No antigo aeroporto existe um busto de Gastão Vidigal ainda preservado. Ele foi um dos diretores da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, ex-ministro dos Transportes e da Fazenda, ex-Deputado Federal e um dos fundadores do Banco Mercantil de São Paulo S/A.

Atualmente o local está abandonado e com atos de vandalismo. A Prefeitura de Maringá tenta transformar o prédio do antigo aeroporto em um museu da cidade.

Endereço: Avenida Dr. Gastão Vidigal

Shopings Atacadistas

20 – Passarela da Moda

A Passarela da Moda José Alves liga os shoppings atacadistas de confecções, localizados nas duas extremidades da rodovia na BR-317.

O local é uma homenagem ao empresário e mentor da obra, José Alves, que morreu atropelado no local da passarela, em 2006.

A Passarela da Moda tem 40 metros de extensão em vão livre sobre a rodovia e 5,5 metros de altura em relação ao nível do solo. Nas duas extremidades existem torres com rampas de acesso.

O local também é uma referência no segmento de confecções e reúne três shoppings atacadistas. Os shoppings Paraná Moda Park, Avenida Fashion e VestSul tem mais de 470 lojas.

  • Uma sugestão: ao visitar um desses pontos turísticos, acesse este link, saiba mais sobre o local e diverta-se.


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