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Jhonatan Barros Cardoso, de 27 anos, preso sob a suspeita de matar o jornalista Cristiano Luiz Freitas, negou ter cometido latrocínio (roubo seguido de morte). A defesa afirma que o homicídio aconteceu após uma discussão acalorada durante um programa sexual contratado pela vítima.
Segundo o advogado do suspeito, houve um desentendimento sobre o pagamento do programa, o que escalou para uma briga física na residência do jornalista, localizada no bairro Jardim das Américas, em Curitiba (a cerca de 420 km de Maringá).
A defesa de Jhonatan afirmou que teve acesso a conversas e prints que, segundo ele, confirmam sua versão dos fatos.
Além da suspeita de envolvimento no assassinato do jornalista, Jhonatan Barros Cardoso é investigado por extorsão e roubo de pelo menos seis pessoas. Segundo a Polícia Civil, o suspeito usava aplicativos de encontros para agendar encontros com suas vítimas, e depois as ameaçava com uma arma de fogo, forçando-as a realizar transferências financeiras via Pix.
O suspeito chegou a ser condenado por extorsão contra outra vítima e passou quatro meses e 25 dias na prisão, mas foi solto no dia 13 de janeiro de 2024.
Esse crime aconteceu no dia 20 de agosto de 2024. Na ocasião, Jhonatan foi até o apartamento de um homem e, minutos depois de ter adentrado no local, anunciou o assalto à mão armada. Ele levou um celular avaliado em R$ 15 mil, um molho de chaves e obrigou a vítima a fazer um PIX de R$ 3.500.
RELEMBRE O CASO
Na última terça-feira (4), Cristiano Luiz de Freitas, de 46 anos, foi encontrado morto dentro da própria casa, com as mãos amarradas e a boca coberta por uma fita adesiva.
De acordo com a polícia, o corpo da vítima apresentava sinais de estrangulamento e outras marcas de violência.
Os vizinhos ouviram gritos vindos da residência e acionaram a Polícia Militar, acreditando que se tratava de uma ocorrência de violência doméstica.
Em seguida, uma pessoa saiu do local de carro, deixando o portão da casa aberto. Assim, os vizinhos entraram e encontraram a vítima.
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