Na Câmara, requerimento sobre vazamento de dados de corredores da Tiradentes trava por falta de assinaturas

Pedido de informações, de autoria da vereadora Professora Ana Lúcia (PDT), foi protocolado no legislativo nessa quarta-feira (22). A intenção era de que o requerimento entrasse na pauta da sessão já nesta quinta-feira (23), mas documento não atingiu número mínimo de assinaturas para aprovar regime de urgência.

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    Um requerimento cobrando informações da Prefeitura de Maringá sobre o suposto vazamento de dados de corredores da 49ª Prova Rústica Tiradentes ‘travou’ em razão da falta de assinaturas na Câmara. O pedido é de autoria da vereadora Professora Ana Lúcia (PDT).

    A prova foi realizada na última terça-feira (21), em Maringá. O suposto vazamento foi levantado após corredores que disputaram a competição terem recebido, dias antes, e-mails e mensagens de texto via Whatsapp a partir de telefones e endereços eletrônicos associados ao deputado estadual Do Carmo (Podemos), desejando boa sorte na corrida. A Prefeitura informou, por meio de nota oficial, que abrirá um processo administrativo para apurar o caso.

    Ana Lúcia protocolou o requerimento na Câmara na quarta-feira (22) e a intenção era de que ele fosse pautado já na sessão desta quinta-feira (23), o que não ocorreu. A parlamentar não conseguiu o número de assinaturas suficiente para que a matéria tramitasse em regime de urgência.

    Para que qualquer projeto chegue ao plenário sem passar pelas comissões, é necessário o número mínimo de oito assinaturas, ou seja, 1/3 dos vereadores. O requerimento atingiu apenas seis. Assinaram a urgência, além de Ana Lúcia, Mário Verri (PT), Professor Pacífico (Novo), Daniel Malvezzi (Novo), Mário Hossokawa (PP) e Ítalo Maroneze (PDT). Com isso, a proposta seguirá o rito normal de tramitação, sem data para ser votada em plenário.

    No documento, a parlamentar questiona quais medidas a Prefeitura está tomando para apurar a situação, quem eram os servidores responsáveis pelo armazenamento dos dados, se houve pedido de investigação policial e se havia conscentimento dos atletas em receberem mensagens sem relação com a organização da prova. O Executivo tem 15 dias, de forma regimental, para responder aos questionamentos da vereadora.

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