“Educação não é um fim em si mesma, é motor de transformação da sociedade”, alerta professor da UNIFEITEP

Para Antônio Peixoto, um verdadeiro profissional deve estar disposto a resolver problemas concretos da comunidade em que atua.

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    A percepção de que cursar o ensino superior pode ser um caminho mais fácil, em que “pagou, passou”, preocupa educadores que defendem uma formação sólida e responsável. Em entrevista ao podcast Ponto a Ponto, disponível no canal do YouTube do Maringá Post, o professor doutor Antônio Peixoto de Araújo Neto, diretor acadêmico da UNIFEITEP, destacou que a educação precisa ir além do diploma e ser pensada como um instrumento de transformação social.

    “Não é sobre se formar em engenharia, mas é como usar a engenharia lá fora, no mercado de trabalho. A seriedade do propósito ao longo da jornada e a forma como o conhecimento é articulado para transformar a sociedade são essenciais para a formação de um bom profissional”, afirmou.

    Para Peixoto, um verdadeiro profissional deve estar disposto a resolver problemas concretos da comunidade em que atua. “Esses problemas estão nos bairros, no trânsito, no transporte coletivo. São diversas as possibilidades que a ciência tem de contribuir com a nossa sociedade”, explicou.

    Ele reforçou que a educação só cumpre seu papel quando conecta teoria e prática em benefício da vida cotidiana. “A educação não é um fim em si mesma, mas um motor capaz de transformar a nossa sociedade. Pode ser capaz — e esse ‘pode ser’ é onde mora a minha preocupação enquanto profissional da educação”, destacou.

    O episódio completo do podcast Ponto a Ponto está no canal do YouTube do Maringá Post.

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