Software By Maringá quer posicionar região como um dos quatro maiores polos de TI do Brasil até 2020

Por: - 9 de março de 2019
Luis Marcos Campos e Rafaela Campos, atual e ex-presidente da Software By Maringá na transmissão do cargo / Divulgação

A meta é ousada. A Software by Maringá, que reúne cerca de cem empresas de Tecnologia da Informação (TI), quer posicionar a região como um dos quatro maiores polos de TI do Brasil até 2020. Alguns números já se destacam, como o faturamento do setor próximo a R$ 1 bilhão em 2018.

Maringá também é reconhecida como a segunda cidade do país em números de certificações MPS.BR, o que demonstra a qualificação de profissionais e de empresas. Outra iniciativa importante é a consolidação de um parque tecnológico. E também há uma grande rede de startups que se destaca entre as dez maiores do país.

Os números são significativo, mas este trabalho ainda não garantiu a Maringá o mesmo reconhecimento de polo de TI como Florianópolis, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e São José dos Campos, onde há parques tecnológicos mais avançados e estruturados.

Uma das estratégias do setor para atingir a meta de ser um dos quatro maiores polos de TI do Brasil até 2020 é a criação da Rede Maringaense de Blockchain. O objetivo é estimular a aquisição de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento da região, ser referência como um Ecossistema de Inovação com o uso do potencial da blockchain.

Em resumo, acesse aqui para saber mais, o blockchain surgiu com as criptomoeadas, como o bitcoin, e que tem como principais vantagens a segurança, a transparência e a confiabilidade.

De acordo com o presidente da Software By Maringá, Luis Marcos Campos, “a ideia é ampliar o faturamento do setor por meio da aquisição de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento locais. Maringá tem grande tradição cooperativista, e a blockchain tem tudo a ver com cooperativismo e inclusão. É exatamente sobre esta visão que o sistema nasceu e guarda grande potencial de gerar riqueza e bem-estar social”, afirma.

“Com a evolução dos estudos e maior entendimento dos conceitos sobre o que é e como funciona uma blockchain, Maringá está se preparando para organizar a criação de uma infraestrutura blockchain local, a criação de uma rede maringaense de blockchain com participantes das mais diferentes esferas”, explica Guilherme Vargas Furlaneto, V.P. de Qualidade e Diretor Adjunto da Câmara de negócios financeiros (Fintech) da entidade.

O trabalho, explica Furlaneto, pretende integrar “empresas de software, agronegócios, saúde, setor público, todos engajados na pesquisa e desenvolvimento da tecnologia blockchain para benefício da sociedade e das próprias empresas participantes”, diz.

A adoção está em estágios iniciais, mas a pesquisa e o envolvimento do setor já mostram sinais de maturidade para diferenciar o que é moda e o que veio para ficar.

O fomento da Software by Maringá é essencial para a consolidação de Maringá como HUB Blockchain no Brasil e no mundo e a associação já se organiza para promover capacitação técnica aos interessados e estuda a viabilidade de parcerias com grandes instituições que são referência no tema como a Blockchain Academy, em São Paulo, o MIT (Massachusetts Institute of Technology), em Cambridge, nos Estados Unidos e a Oxford University, de Londres.

A Software By Maringá entende que o melhor modelo possível é a união da sociedade organizada para criar uma rede de infraestrutura blockchain ajustada para potencializar a vocação da economia local de cada cidade e arranjo produtivo. E, ao mesmo tempo, pensar em como se conectar a blockchains estaduais, federais e internacionais em um futuro próximo.



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