Previsto para abrir em março, parque de alimentação na Avenida Alexandre Rasgulaeff só começará a receber contêineres a partir de agora

Por: - 22 de fevereiro de 2018
Projeto da praça de alimentação prevê 20 unidades gastronômicas (Imagem/Divulgação)

Foi adiada para o mês de junho a abertura do parque de alimentação com contêineres da Avenida Alexandre Rasgulaeff. A inauguração era prevista para o começo de março, mas de acordo com os investidores, o excesso de chuvas nos meses de dezembro e janeiro atrapalhou o processo de terraplanagem do terreno.

De acordo com um dos responsáveis pelo empreendimento, o empresário Carlos Rafael Leonardo, a preparação do solo nos 5 mil m² da área, localizada perto do cruzamento da Avenida Morangueira, iniciada em novembro do ano passado, só foi concluída no dia 10 de fevereiro.

“A obra segue agora com a locação dos contêineres no terreno, finalização do pátio e da parte de concretagem, além do paisagismo e de estrutura elétrica e hidráulica”, afirmou.

O atraso não desanimou o empresário. Ele afirma que das 20 unidades de alimentação em contêineres previstas, dez estão com contratos fechados.

Além da data de inauguração, há outra mudança no projeto do parque de alimentação, idealizado como uma ‘filial’ do Coloiado Food Park, de Cuiabá, no Mato Grosso. Leonardo preferiu não dar detalhes sobre o rompimento da parceria.

“A gente está remodelando a marca. Só estamos mudando a nomenclatura do projeto, o conceito continua igual”, explicou.

O empresário ainda não revelou o novo nome, que vai ser decido em reunião com a empresa contratada para cuidar da área de marketing do empreendimento.

“Pensamos em abrasileirar a marca. A gente pensa em algo como Parque Gastronômico para não confundir com food truck. Vamos tentar melhorar a compreensão”, diz.

Cada unidade gastronômica servirá prato diferente

Quando estiver em funcionamento, as 20 unidades gastronômicas irão oferecer um cardápio variado, com opções de doces, petiscos tradicionais, entre outros.

“Cada unidade gastronômica vai trabalhar com um tipo de prato diferente. A gente trabalha para que a pessoa vá até o local e possa escolher o que achar melhor”, explica.

Segundo Leonardo, a organização do empreendimento faz uma seleção para escolher as unidades gastronômicas do parque gastronômico.“Tem alguns interessados, mas a gente setoriza. Como são operações individualizadas, filtramos bastante e temos um processo criterioso até a decisão final.”

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