Jovem de 19 anos que ameaçou o próprio pai morre em confronto com a polícia em Sarandi

Um jovem de apenas 19 anos morreu após entrar com confronto com a PM, em Sarandi, após ameaçar o próprio pai com uma arma de fogo.

  • Uma invasão de residência seguida de ameaça por arma de fogo de um filho contra o próprio pai terminou em um confronto com a Polícia Militar do 32º Batalhão de Sarandi.

    A situação ocorreu após o jovem, de apenas 19 anos, invadir a casa do pai, armado, e proferir ameaças contra o homem, que acabou pedindo socorro à PM, ao ligar no 190.

    Aos policiais, o homem contou que já havia sido ameaçado de morte em uma outra ocasião, onde o mesmo filho chegou a apontar uma arma engatilhada para sua cabeça. O pai ainda afirmou que o filho estaria envolvido com o tráfico de drogas.

    Ao chegarem no local – Avenida Cuiabá, no Jardim Gralha Azul – a polícia montou um cerco no entorno da residência, segundo o Aspirante a Oficial Cortez.

    “[…] equipe da PM realizou um cerco a residência, momento em que as luzes foram apagadas e se escutou uma movimentação na residência.”

    Ao entrar na casa, os policiais encontraram o autor das ameaças escondido entre os cômodos. O jovem estava em posse de uma arma, e ameaçou atirar contra a equipe.

    “Diante da grave ameaça, e para preservar a integridade física, foi necessária a reação dos policiais utilizando arma de fogo, vindo a neutralizá-lo”, informou o Aspirante.

    No local, a polícia apreendeu uma arma de fogo e um simulacro. O local foi isolado pelas autoridades policiais. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou a ser acionado, mas foi possível apenas constatar o óbito no local.

    O corpo do jovem de 19 anos, identificado como Narcizo Gomes Junior, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

    Um boletim de ocorrência foi registrado e a Polícia Civil deverá investigar os fatos.

    Em entrevista ao repórter Victor Hugo Corrêa, o pai do jovem morto afirmou que já esperava um fim trágico para o filho.

    “[…] é difícil pra mim, mas a gente já esperava. Ou cemitério, ou cadeia, não tinha outra [opção]”, disse o homem.

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