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A Prefeitura de Maringá negou que a fiscalização contra o comércio ambulante, iniciada nesta semana, possa autuar carrinhos de cachorro-quente na região central. O boato chegou a circular nos últimos dias.
Desde a última terça-feira (24), o município tem autuado vendedores ambulantes que estejam localizados na região da Avenida Brasil sem licença para a atividade. Durante o mês de março, o município promoveu um mutirão de regularização destes trabalhadores, dos quais 21 conseguiram obter licença de funcionamento.
A medida que ambulantes eram impedidos de seguir atuando por conta de irregularidades, chegou a circular a informação de que carrinhos de lanche também poderiam ser autuados. Em fevereiro de 2024, dois carrinhos na Avenida Brasil chegaram a ser removidos, de guincho, durante a noite, por conta da ausência de licenças sanitárias. Na época, a Prefeitura alegou que as remoções haviam sido recomendadas através de uma ação do Ministério Público.
Apesar disso, o diretor de fiscalização da Secretaria Municipal da Fazenda, Marco Antônio Azevedo, negou que esteja em curso qualquer operação visando os carrinhos de lanche. Em entrevista ao Maringá Post nessa quinta-feira (26), ele explicou que toda ação demanda um estudo prévio. Se for o caso disso ocorrer, tudo será previamente comunicado aos comerciantes.
“É dever do Poder Público ser transparente e eu vou pedir para que continue assim. Essa questão dos cachorros-quentes, assim como essa atual (dos ambulantes) depende de planejamento, de estudos, de legislação antes de se iniciar. Se for decidido fazer algo, vai ser feito do mesmo modo, com uma ampla divulgação, com explicação, para não ter nenhum tipo de interpretação diferente daquela que é o objetivo da ação”, disse.








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