Maringá é melhor cidade do Paraná com mais de 50 mil habitantes para se morar, aponta ranking

A edição de 2025 do ‘Ranking das Cidades’, produzido pela Gazeta do Povo, foi divulgado nessa quinta-feira (1º). Estudo avaliou todos os municípios do Brasil em 27 indicadores, atribuindo notas ao tratamento das cidades em áreas como número de empresas abertas, salário médio mensal e taxa de homicídios.

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    Maringá foi considerada a melhor cidade do Paraná para se morar, considerando apenas os municípios com mais de 50 mil habitantes. É o que aponta a edição de 2025 do ‘Ranking das Cidades’, produzido e divulgado pela Gazeta do Povo. O resultado do ano anterior foi publicado nessa quinta-feira (1º).

    O jornal curitibano analisou todos os 5.570 municípios do Brasil a partir de 27 indicadores sociais, atribuindo notas e pesos para cada um deles, de acordo com o trato dado pelas cidades. No ranking geral, Maringá teve nota 7,18, maior indicador do Estado, mas ainda abaixo do top 10 das melhores cidades do Brasil.

    No Paraná, a cidade de pior avaliação foi Almirante Tamandaré, tanto no indicador geral quanto nas acima de 50 mil habitantes, com 2,99. Em todo o Paraná, a cidade considerada a melhor para se morar foi Atalaia (a 41 quilômetros de Maringá), com 7,87 de nota. O município tem pouco mais de 4 mil habitantes.

    No top 10 nacional, apenas uma cidade presente tem mais de 10 mil habitantes. De acordo com a Gazeta, o estudo mostrou que “o tamanho reduzido da população costuma vir acompanhado de baixos índices de violência, o que se reflete nas boas notas alcançadas”. Nenhuma das 10 melhores cidades registrou homicídios ou suicídios nos bancos de dados consultados e apenas uma delas tem moradores de rua. 

    Conforme o estudo, a melhor cidade do Brasil em 2025 foi Jateí, no Mato Grosso do Sul, que recebeu nota 8,72. Com 3.956 habitantes, a cidade sul-matogrossense não registrou um único homicídio durante quatro anos, entre 2019 e 2023, além de não ter registros de internações de moradores por uso de drogas.

    O indicador “Homicídios” foi o que teve mais peso na análise da Gazeta do Povo. Para o estudo, o jornal considerou dados do Atlas da Violência de 2019-2023. Outros indicadores analisados foram “Vagas de empregos formais no setor privado”, com peso 3, “Salário médio mensal”, também com peso 3, “População adulta com diploma superior” e “Taxa de alfabetização”, ambas com peso 2.

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