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Maringá registrou, de janeiro a setembro de 2025, 83 casos de picadas de escorpiões. O dado foi apresentado na tarde desta quarta-feira (17), pela Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a pasta, somente via Ouvidoria Municipal (156) foram 907 solicitações envolvendo o aparecimento do animal ao longo do ano.
De acordo com o secretário de Saúde de Maringá, Antônio Carlos Nardi, os escorpiões têm hábitos noturnos e costumam se reproduzir em ambientes com grande acúmulo de objetos, como construções. Segundo ele, em caso de picadas, a orientação é que os pacientes capturem o animal e o coloquem em uma recipiente. Caso não seja possível, uma fotografia do escorpião também ajuda. Com isso em mãos, a vítima deve procurar o Hospital Universitário (HU), que realiza o armazenamento dos soros contra o veneno do animal.
“O mapa do escorpião mostra mais de 900 aparecimentos de escorpiões neste período de 9 meses no município, mostrando que onde eles mais se procriam é exatamente na construção civil, em túneis da construção civil, empilhamento de tijolos, madeiras e também em chácaras e edículas. Eles só saem de noite, com hábitos noturnos para se alimentar, podendo vir a aparecer nas casas e chegando no fundo de armários. Então, todos os cuidados são necessários, mas no caso de uma picada acidental, o ideal é matar e trazer, se possível, num pote com tampa para a diretoria de vigilância ou em qualquer Unidade Básica de Saúde, para ser encaminhado ao laboratório central para fazermos o exame e, em caso de picada, procurar o Hospital Universitário. É lá que tem a verificação da necessidade, ou não, da aplicação do soro antiscorpiônico para a evitabilidade de casos agravantes da doença”, disse.









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