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A Prefeitura de Maringá diz que “estuda alternativas” sobre a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps). A unidade, previamente, havia sido planejada para o Jardim Paulista, mas a chegada da instituição ao local não pegou bem entre alguns moradores.
No sábado (30), um grupo chegou a colher assinaturas para reivindicar ao município que o Caps III fosse levado para outra localidade. Conforme apurado pela reportagem, há um temor na região pelo fato do terreno escolhido ficar próximo de uma escola.
Ainda na semana passada, o próprio prefeito Silvio Barros (PP) participou de uma reunião com moradores para tratar do tema.
“Vamos estudar como poderíamos oferecer aquilo que os moradores estão demandando e se existe alguma alternativa de não declinarmos de um recurso tão importante para a saúde mental, como esse que o Ministério da Saúde está nos oferecendo”, destacou o chefe do Executivo.
Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Maringá informou, por meio de nota, que “o prefeito Silvio Barros participou de uma reunião com os moradores do Jardim Paulista III na semana passada para dialogar sobre a implantação do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III no bairro e ouvir as reivindicações da população. Durante a reunião, o prefeito explicou que o recurso do Ministério da Saúde destinado especificamente à construção do Caps III foi obtido ainda na gestão anterior e que, para não ser devolvido, o projeto precisaria ser licitado dentro do prazo estipulado pelo Governo Federal.
Conforme compromisso assumido pelo prefeito Silvio Barros durante a reunião realizada na semana passada, as equipes técnicas da Prefeitura estudam alternativas, buscando conciliar as reinvindicações dos moradores do bairro com a necessidade de ampliar a rede de atenção à saúde mental em Maringá”.
O Caps é um equipamento fundamental para a promoção da saúde mental e visa oferecer atendimento 24 horas voltado a pessoas em sofrimento psíquico intenso e com transtornos relacionados ao uso de álcool e outras drogas. O serviço busca ofertar um cuidado contínuo e humanizado, promovendo a reabilitação psicossocial, a autonomia e a integração social dos usuários.









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