Prefeitura de Maringá pagará R$ 1,6 milhão em contrato emergencial das roçadas

Valor foi informado pela Prefeitura de Maringá, ao Maringá Post, nesta quinta-feira (3). Anunciada pelo município nessa quarta (2), contratação emergencial para 2,4 milhões de m² de roçadas ainda não foi publicada no Portal da Transparência.

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    A Prefeitura de Maringá vai pagar R$ 1,6 milhão em um contrato emergencial, de 90 dias, para a realização de 2,4 milhões de m² de roçadas pela cidade. O valor foi informado pelo próprio Executivo, ao Maringá Post, na manhã desta quinta-feira (3).

    Anunciada pelo município na quarta (2), a contratação ainda não teve os documentos publicados no Portal da Transparência da Prefeitura. De acordo com o Executivo, o vínculo prevê a realização de roçada de 1,5 milhão de metros quadrados em canteiros centrais e 900 mil metros em espaços públicos, como Unidades Básicas de Saúde, Centros Esportivos e outros. A expectativa é de que a contratada inicie os trabalhos em 10 dias.

    Em entrevista ao Maringá Post na quarta (2), o secretário de Limpeza Urbana de Maringá, Vagner Mussio, explicou que o objetivo da contratação é reforçar as equipes do município para ter a cidade ‘zerada’, isto é, com todas as regiões de Maringá recebendo os serviços. Desta forma, a manutenção dos espaços poderá ser feita, posteriormente, apenas com equipes do próprio poder público. De janeiro até agora, Maringá já fez mais de 2,6 milhões de m² de roçadas, com a expectativa de ultrapassar a marca de 3 milhões até a próxima semana.

    “Desde o dia 1º nós já fizemos mais de 2,6 milhões de metros quadrados de roçadas. Vamos ultrapassar os 3 milhões nos 100 dias de governo e notamos que não foi o suficiente para zerar a cidade. Então, a licitação que eu tenho é de um 1,2 milhão de metros quadrados, que é insuficiente para a demanda do município. Então, por isso que você vai trabalhando, vai trabalhando e o resultado geral, aquele resultado que você quer ter tudo pronto, nunca chega, pois quando você dá a volta na cidade, você já chega no canteiro novamente e ele tem mato. Então, dessa forma, eu vou ter empresa fazendo próprio público, eu tenho uma empresa que fará canteiro central, eu terei a segunda de canteiro central, hoje eu já tenho uma de terreno baldios e outra que faz as calçadas de Fundo de Vale. E aí, com a nossa equipe, a gente acaba zerando a cidade”, disse o secretário.

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