Médica morta: Polícia prende terceiro suspeito de envolvimento no caso que chocou Maringá

médica Thayani Garcia Silva
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Na tarde desta terça-feira (31 de janeiro) , a Polícia Civil prendeu o terceiro suspeito na morte da médica Thayani Garcia Silva, durante uma tentativa de roubo.

O crime aconteceu no dia 16 de setembro de 2023. A jovem, de 28 anos, levava a avó para casa, após um jantar na casa da família. Chegando ao local, ela estacionou o carro e, em seguida, foi abordada pelos suspeitos, que anunciaram o assalto.

Neste momento, a médica teria se assustado e acelerado o automóvel, quando um dos criminosos disparou a arma. Ela foi atingida por um tiro e não resistiu. O primo dela também foi ferido e foi internado em estado grave.

Segundo o delegado Luiz Henrique Vincentini, responsável pelo caso, o terceiro suspeito foi preso no horário do trabalho, que era irregular, em Maringá.

“Ele estava com o outro que efetuou o disparo. Ele concordou com toda situação e colaborou para o acontecido”, explicou o delegado.

Ainda em setembro de 2023, dois suspeitos já haviam sido presos por envolvimento no crime. Eles foram identificados como João Vitor Viana de Roco e Matheus da Silva Nunes, ambos com 22 anos. Eles admitiram que a motivação do crime era conseguir dinheiro para comprar drogas.

Em depoimento, João Vitor também confessou ter atirado contra a vítima e alegou que ela avançou com o carro na direção dele.

Em nota, a Polícia Civil informou que todos os possíveis envolvidos no crime foram presos e devem responder por latrocínio. Leia na íntegra:

“Na tarde de hoje (31), policiais civis da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Maringá e do Setor de Inteligência da 9ª SDP efetuaram o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido contra G. F. L. da S.

O detido é suspeito de ser um dos autores do latrocínio que vitimou a médica THAYANI GARCIA SILVA, ocorrido em setembro de 2023, na cidade de Maringá, e estava foragido deste então.

Com a efetivação dessa ordem, todos os possíveis envolvidos apontados pela investigação (autores diretos e colaboradores) foram presos e responderão por seus atos perante o Poder Judiciário.”

Foto: Reprodução / Redes Sociais


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