Folha de São Paulo destaca a morte de Verdelírio Barbosa

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Em texto assinado pela jornalista Patrícia Pasquini – que é também radialista e professora universitária -, a Folha de São Paulo, um dos maiores jornais de Brasil, noticiou na sessão “Cotidiano” da edição deste domingo a morte do decano da Imprensa de Maringá, Verdelírio Barbosa, aos 80 anos.


A matéria faz um resumo da história do jornalista e dá destaque a sua paixão pelo jornal impresso, apesar de ter militado também no rádio e TV. O impresso, que foi onde ele publicou seu primeiro e o último textos na imprensa, era uma questão de paixão para Verdelírio, que sempre destacou a credibilidade do jornal de papel e o prazer que o leitor conserva em manuseá-lo. Tanto que seu jornal, o Jornal do Povo, é o sobrevivente dos impressos de Maringá e o veterano jornalista sempre defendeu que seu jornal tem vida longa.

 

Verdelírio Barbosa, que atuou na imprensa por 60 anos, morreu na noite do dia 14 depois de permanecer mais de um mês internado para se tratar de uma pneumonia. A morte de Verdelírio Barbosa foi um dos assuntos mais comentados nos sites de notícias do Paraná e nas redes sociais.

Em abril, a Folha fez também o obituário de outro jornalista maringaense, Luiz Fernando Cardoso, que morreu aos 40 anos de complicações causadas pela covid-19. O texto de Katna Baran pode ser visto aqui.

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