Hospital Universitário reativa 10 leitos de enfermaria para pacientes de covid-19

2 de junho de 2021
HU leitos enfermaria
Embora desativados, os leitos ainda eram usados no hospital

Dez leitos para pacientes de covid-19 que tinham sido desativados no ano passado, no Hospital Universitário de Maringá, acabam de ser reativados por determinação da Secretaria da Saúde do Paraná. A reativação foi pressionada pelo aumento de casos de covid e de esgotamento das condições para internação em Maringá.

São leitos de enfermaria, mas servirão à ala de covid-19. Eles tinham sido desativados pelo governo do Estado em outubro, quando houve uma redução significativa dos casos de covid-19 em todo o Brasil.

Com essa reativação, o HU da Universidade Estadual de Maringá volta a ter 50 leitos exclusivos para Covid-19, sendo 20 de UTI e 30 de enfermaria, todos eles na nova ala do hospital que começou a funcionar em 2020, ainda no início da pandemia.

A diretora médica em exercício, Daniela Álvares Matsumoto, explicou que, mesmo após a desativação, os 10 leitos continuaram sendo usados como sala de observação do pronto-atendimento respiratório.

“Somos referência no atendimento para a macrorregião noroeste do Estado, que engloba vários regionais de saúde. Hoje oficializamos novamente estes leitos para a assistência dos pacientes com a doença encaminhados via Central Reguladora e SAMU”.

Daniela destaca que a reabertura dos leitos é muito importante para o enfrentamento da pandemia, pois contribuirá para desafogar a fila de espera de pacientes graves que necessitam de atendimento. “Conseguimos concentrar nossos esforços para atender melhor a população e poder salvar o maior número de vidas”.

 

Mais leitos de UTI em Maringá

Ao mesmo tempo em que a Secretaria de Saúde do Paraná autoriza a reativação de leitos para a ala de pacientes de covid-19 do HU, fez a doação de 10 novos leitos para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal, além de 10 respiradores.

Apesar dessa ampliação, a ocupação dos leitos de covid em Maringá, em especial os de UTI, estão em sua capacidade máxima e há pessoas esperando vagas.