Secretaria da Juventude e Cidadania promove ação para apoiar jovens empreendedores que desejam se formalizar

20 de janeiro de 2021
Laura Lakum, de 24 anos, criou o Ateliê Ateliê da Lakum, onde produz e vende peças de macramê / Reprodução Instagram

Devido à pandemia do novo coronavírus, o número de desempregados cresceu. No trimestre encerrado em setembro, o desemprego saltou para 14,6%, afetando 14,1 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, para conseguir renda, algumas pessoas apostaram na criatividade com projetos de negócios próprios.

A Prefeitura de Maringá, por meio da Diretoria da Juventude, vinculada à Secretaria da Juventude e Cidadania, promove a ação Jovem Empreendedor. O objetivo é levantar a quantidade de jovens que estão na informalidade e desejam se formalizar. Para o mapeamento, os jovens entre 15 e 29 anos que atuam como microempreendedores e desejam se formalizar devem preencher um formulário, que pode ser acessado neste link.

A Diretoria da Juventude também vai realizar atividades nas redes sociais para os jovens microempreendedores. No dia 23 de fevereiro, a diretoria vai promover uma live, no canal da Prefeitura de Maringá no Youtube, para responder dúvidas sobre como formalizar o negócio e realizar a venda através das mídias sociais.

Para aqueles que tiverem dúvidas, a Secretaria da Juventude e Cidadania está a disposição na Rua Joubert de Carvalho, nº 623, sala 401, ou através do telefone (44) 3901-197.

Arte de empreender

Desde pequena, Laura Lakum, de 24 anos, tinha o desejo de empreender. Pela falta de apoio, acreditava que o mais correto era continuar a graduação, mesmo sem ter encontrado um curso que realmente gostasse.

A jovem conta que a maternidade foi fundamental para a concretização do sonho. Devido à necessidade de ter uma renda, a empresária uniu a paixão pela arte e o desejo em ser empresária e criou o Ateliê da Lakum, onde produz e vende peças de macramê, uma técnica de tecelagem manual.

“Eu sou mãe solo, e comecei a me erguer nessa vida do empreendedorismo ralando muito sozinha. Mas eu consegui. Surgiu isso na gravidez e dura até hoje, e está aumentando muito mais,” diz a empreendedora que é formalizada e tem registro como microempreendedor individual (MEI).

A proprietária do ateliê conta que, além de exercer todas as atividades da empresa, também ministra aulas de macramê e inspira outras mulheres a fazerem a arte de tecelagem. Nesta sexta-feira (22/1), Laura lançará o primeiro site.

Ela conta que ainda se considera leiga em relação ao micro empreendedorismo individual e os diretos reservados. “Eu apenas tenho MEI e pago mensalmente para garantir algumas coisas, como site, cartão da empresa, porém eu não sei essa questão de empréstimo, por exemplo. Não sei se é válido”, relata a empreendedora.