Boletim de terça traz confirmação de 146 casos de Covid-19 e mais dois óbitos em Maringá

Por: - 25 de agosto de 2020
Acompanhados do coordenador do Procon, Geison Ferdinandi, fiscais recolhem marcas de álcool em gel reprovadas na UEM / Divulgação PMM

O boletim do novo coronavírus divulgado pela Secretaria de Saúde de Maringá nesta terça-feira (25/8) traz a confirmação de 146 casos de Covid-19 e mais dois óbitos em Maringá.

As mortes são de uma mulher de 87 anos, que tinha alzhemeir e faleceu nesta segunda-feira (24/8) e de uma mulher de 69 anos, que tinha obesidade e morreu no domingo (23/8). Mais detalhes podem ser vistos no boletim abaixo ou na página oficial de divulgação da Prefeitura de Maringá sobre a pandemia, que pode ser acessada aqui.

Nesta terça-feira, a Prefeitura de Maringá também divulgou que, das 40 pessoas testadas na Casa Lar Benedito Franchini, 19 positivaram para o novo coronavírus. São seis funcionários e treze idosos.

As equipes da Secretaria de Saúde estiveram na Casa Lar no domingo para realizar os testes de Covid-19 com moradores e funcionários do local.

A ação, além de ser mais uma forma de combate e prevenção à doença, foi tomada após funcionários e um morador do local testarem positivo para coronavírus.

s positivados ficarão em isolamento pelo período de 14 dias. Serão monitorados e, caso necessário, serão encaminhados para uma unidade de saúde.

A nota divulgada pela Prefeitura de Maringá no domingo (23/8), informava que haviam sido realizados 30 testes no local. A Secretaria de Saúde atualizou os dados. No total, foram realizados 40 testes: 25 funcionários e 15 idosos.

Nesta terça-feira (25/8), fiscais do Procon de Maringá realizaram uma operação para retirar do comércio as marcas de álcool em gel reprovada em teste de rotulagem e teor alcoólico realizadas na Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Foram apreendidas 1835 embalagens em oito estabelecimentos entre supermercados, farmácias e lojas. As marcas foram notificadas sobre os resultados do teste e apreensão.

As empresas têm dez dias para a defesa. “Retiramos um volume muito grande de materiais fora do padrão, sem a devida segurança e que seriam vendidos para consumidores”, explica diretor do Procon, Geison Ferdinandi.

Os produtos precisam atender às determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso os problemas continuem, o Procon pode multar, entre outros procedimentos e sanções, as empresas envolvidas. A multa varia entre R$ 720 e R$ 9 milhões.

Além do recolhimento dos produtos, também pode ocorrer um recall por parte das marcas. Veja aqui a relação de marcas reprovadas no teste de teor alcoólico.

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