Na ACIM, Sandro Alex, diz que licitação para duplicar a PR-317 de Maringá a Iguaraçu sai em breve

Por: - 10 de março de 2020
Trecho da PR-317, entre Maringá e Iguaraçu / Google Street View

O Secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex, recebeu nesta segunda-feira (9/3), na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), o anteprojeto de duplicação de 20 km da rodovia PR-317, de Maringá a Iguaraçu.

A duplicação é uma reivindicação antiga de prefeitos, empresários e, principalmente, dos motoristas que trafegam pela rodovia. A estimativa é que 16 mil veículos circulam por dia pelo trecho.

A iniciativa privada desembolsou R$ 600 mil para a elaboração do anteprojeto. Agora, cabe ao Governo do Paraná a execução da obra.

“Nos próximos dias queremos abrir o edital. Será a primeira rodovia feita pelo governo Ratinho Junior por meio de Regime Diferenciado de Contratações (RDC)”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná.

Dentro do RDC é feita a contratação conjunta, por meio de licitação, do projeto executivo e da execução da obra. Segundo Sandro Alex, os recursos estão reservados para realizar o empreendimento.

“Já temos a garantia do recurso, isso foi aprovado no final do ano passado (2019), através da Assembleia Legislativa do Paraná”, afirmou.

O secretário de Estado também destacou o trabalho feito pelas lideranças da cidade para resolver todas as pendências em relação ao anteprojeto. Ele também ressaltou que o Governo do Paraná vai trabalhar para garantir agilidade na duplicação do trecho entre Maringá e Iguaraçu.

“Há um compromisso do governo com Maringá, com as lideranças de Maringá e agora com a Associação Comercial. Houve um grande investimento para adequação do projeto, a lição de casa está feita. Agora a bola está com o estado. Estamos com uma equipe debruçada para fazer com que esse processo tenha celeridade”, disse.

O presidente da ACIM, Michel Felippe Soares, destacou que o anteprojeto foi viabilizado por um grupo de empresários e cooperativas. Ele acrescentou que a decisão do governador Ratinho Júnior, em adotar o regime de RDC, foi essencial para tirar o “sonho do papel”.

“Se tivéssemos que apresentar o projeto executivo, o custo seria dez vezes superior, o que, praticamente, inviabilizaria todo o processo no tempo em que ele foi concluído”, disse.

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