Governo do Estado vai liberar R$ 2 milhões para obras de drenagem na Praça do Avião de Maringá

8 de agosto de 2019
Unicesumar desenvolveu projeto executivo para revitalização da Praça do Avião/Odenir Finkler Geraldo

Maringá vai receber R$ 2 milhões do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, para obras de canalização e drenagem na Praça do Avião e na Rua Adolpho Contessotto, que fica atrás do Hospital Municipal.

A liberação dos recursos vai ser oficializada na tarde desta quinta-feira (8/8) durante visita do secretário estadual, Márcio Nunes. 

A previsão do secretário de Obras Públicas, Albari de Medeiros, é que a licitação seja concluída até o final deste ano. O prazo para a conclusão das duas obras é de oito meses.

Ele explicou que as adequações resolvem dois problemas de alagamento na cidade. Segundo o secretário, nesses locais as tubulações são antigas e não comportam o volume de água.  

As obras de canalização e drenagem na Rua Adolpho Contessoto são necessárias para a construção do Hospital da Mulher que vai ser feito ao lado do Hospital Municipal. O projeto executivo do novo hospital vai ser desenvolvido pelo Centro Universitário de Maringá (UniCesumar) e o empreendimento vai ser construído com um repasse de R$ 10 milhões do Ministério da Saúde. 

Além de melhorar o escoamento de água na região, a obra na Praça do Avião, que fica na Avenida São Paulo, é o primeiro passo para a revitalização do espaço. O projeto executivo para reforma da praça também foi desenvolvido pela UniCesumar, mas não há previsão de quando deve sair do papel. Albari de Medeiros disse que o município ainda busca recursos para a execução da obra de revitalização orçada em cerca de R$ 300 mil. 

“São obras necessárias e que vão melhorar a condição de segurança das vias e a preservação dos pavimentos. A drenagem, quando escoa superficialmente, acaba deteriorando o pavimento e o córrego receptor dessas águas. Com as obras, vamos estar dando também uma solução para melhoria ambiental da região”, disse Albari de Medeiros.