Prefeitura de Maringá informa que vai fechar financiamento de R$ 59 milhões com o Banco do Brasil

Por: - 23 de abril de 2019
Piscina da Vila Olímpica vai receber investimento para fazer o aquecimento da água / APAN Maringá

A Prefeitura de Maringá publicou a intenção de fechar o contrato de financiamento de R$ 59 milhões com o Banco do Brasil. O empréstimo recebeu a autorização da Câmara Municipal no final de 2018, quando os vereadores decidiram excluir da proposta o projeto da administração municipal de fazer uma pista emborrachada no entorno do Parque do Ingá.

Agora, se não houver questionamentos à intenção de contratação do financiamento, que foi divulgada no portal da Prefeitura de Maringá, o negócio vai ser fechado pelo município. Os recursos vão ser aplicados totalmente em áreas de esporte e lazer.

A proposta de financiamento de R$ 59 milhões vai garantir recursos, por exemplo, para fazer o aquecimento das duas piscinas da Vila Olímpica, o que vai permitir que o município atrai competições nacionais e internacionais. Só esta melhoria é orçada em R$ 7 milhões.

Também há previsão de investimentos em ao menos nove centros esportivos da cidade, além do Centro Social Urbano (CSU).

Os recursos também serão utilizados para a colocação de cadeiras no Estádio Willie Davids, que atualmente conta apenas com arquibancadas. De acordo com o projeto, é prevista a instalação de quase 12 mil cadeiras na praça esportiva.

O financiamento de R$ 59 milhões é dividido em dois contratos. Um de R$ 39 milhões e outro de R$ 19 milhões. A previsão é que o município quite todo o empréstimo até 2027.

A intenção de usar a linha de financiamento do Banco do Brasil para o setor público foi anunciada pelo prefeito Ulisses Maia (PDT) em novembro de 2018.

Na ocasião, ele afirmou que “com essa linha de crédito exclusiva para o esporte, vamos reconstruir centros esportivos como o da Zona 5 e voltar com o aquecimento das piscinas. Muitas estruturas esportivas estavam precisando desse reparo”, afirmou.

A Prefeitura de Maringá também pretendia usar o recurso, com juros baixos, para construir uma pista emborrachada antiderrapante em todo o percurso do Parque do Ingá, de 3,5 mil metros. O projeto anunciado em setembro de 2018 também previa bancos, bebedouros, lixeiras e sinalização tátil para pessoas com deficiência visual, além da implantação de um sistema de iluminação com LED.