Previsão orçamentária de Maringá para 2019, na proporção por habitantes, bate a de Londrina, mas perde para a de Cascavel

Por: - 21 de novembro de 2018

Entre as cidades do Paraná com mais de 300 mil habitantes, o orçamento de Maringá previsto para 2019 é 9,1% maior que o de Londrina, proporcionalmente ao número de habitantes. Porém, é 1,2% menor que o de Cascavel. Os projetos de lei com as previsões orçamentárias para o próximo ano já foram encaminhados para as respectivas Câmaras de Vereadores.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população estimada de Cascavel é de 324.476 habitantes, enquanto Maringá tem 417.010. Aqui, a previsão do orçamento chega a R$ 1,7 bilhão, o que representa R$ 4.104,63 por pessoa. Em Cascavel, a previsão é de R$ 1,3 bilhão (R$ 4.157,47 por habitante).

O fato de Cascavel ter passado Maringá na relação orçamento / habitante é  novo. Em 2018 isso não ocorreu. Este ano, Maringá teve um orçamento de R$ 1,6 bilhão – ou R$ 3.849,39 por habitante. Lá, a receita deste ano foi de R$ 1,1 bilhão, ou seja, R$ 3.605,81 por morador.

O orçamento de Maringá, divido pelo número de habitantes, é maior que o de Londrina, onde a previsão de receita chega a R$ 2,1 bilhões ou R$ 3.759,86 per capita. Em Ponta Grossa, cidade com população estimada em 348.043 habitantes, o orçamento é de R$ 940 milhões, ou R$ 2.703,65 por munícipe.

Porém, o orçamento proporcional por habitante em Maringá é 14% menor que o de Curitiba. Na capital paranaense o projeto de Lei Orçamentária Anual, chamada LOA 2019, prevê uma arrecadação de R$ 9,041 bilhões, o que dá R$ 4.175,76 por curitibano.

Orçamento deve ser votado em dezembro

O texto do orçamento de Maringá para 2019 foi enviado pela Procuradoria Jurídica da Câmara de Vereadores para as comissões permanentes em 4 de outubro. A previsão é que o projeto de lei seja analisado em plenário no início de dezembro.

A LOA define todas as receitas e fixa as despesas do município para o próximo ano. Toda obra e política pública que se pretende desenvolver pela prefeitura devem estar previstas no orçamento. Quem faz o planejamento como os recursos serão gastos é o Executivo, porém cabe o Legislativo fiscalizar.

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