Embora Prefeitura tenha designado um vice-líder no fim de 2025, durante ausência do líder Luiz Neto (Agir), cargo ainda não existe formalmente no regimento do legislativo. Projeto de resolução sobre o assunto foi protocolado na terça-feira (26).
Uma possível alteração no regimento interno da Câmara de Maringá quer constituir, formalmente, o cargo de vice-líder do Executivo. Um projeto de resolução (Nº 975/2026) sobre o assunto foi protocolado no legislativo na última terça-feira (26).
A proposição é do vereador Mário Hossokawa (PP). Na prática, a iniciativa altera a resolução Nº 661, de 2021, que institui a estrutura do regimento interno da Casa de Leis. O episódio que evidenciou a necessidade da constituição de um vice-líder ocorreu em novembro de 2025.
Na ocasião, o então líder Luiz Neto (Agir) se ausentou do cargo por alguns dias para compromissos particulares. Naquele momento, a Prefeitura designou informalmente o vereador Guilherme Machado (PL) para assumir a função. Desde então, o parlamentar passou a ser reconhecido como vice-líder, embora a função não exista regimentalmente.
Como o cargo ainda não existe, um eventual vice fica impossibiltado de cumprir funções regimentais, como assinar projetos na ausência do líder. É o que explica a necessidade de constituição do cargo, como explicou Hossokawa ao Maringá Post.
“Nós temos a figura do líder do prefeito aqui na Câmara, o prefeito escolhe um dos vereadores de sua confiança, que no momento necessário, vai explicar os projetos do Executivo ou, se de repente precisar entrar um projeto do Executivo em regime de urgência tem que ser através do líder, já que o prefeito não pode vir aqui. O líder tem as suas prerrogativas de uso de palavra e também assinar um requerimento, mas o vice não. Por isso queremos instituir. Na ausência do líder, é preciso que alguém responda e tenha suas atribuições legais. Embora um vereador esteja sendo chamado de vice, essa função formalmente ainda não existe”, afirmou.
O projeto de resolução ainda precisa passar pelas comissões antes de ser votado em plenário. Não há data para que isso ocorra.























