Como controlar as crianças com jogos como Nintendo Switch

Por: - 9 de abril de 2019

Como controlar as crianças com jogos como Nintendo Switch

Nos dias de hoje é impossível proibir as crianças de se divertirem com jogos eletrônicos. O avanço da tecnologia  incentiva por si só o uso de dispositivos como os jogos Nintendo Switch e também de smartphones e laptops. É a era moderna e as crianças de hoje já nascem sabendo usar!

A modernidade foi além do imaginado: hoje em dia é possível até de participar em competições na internet! Existem diversas páginas web que oferecem a possibilidade de jogar online. É jogador jogando contra uma máquina ou com outros jogadores de diversos países. A própria Nintendo Switch tem página para poder participar em competições.

É claro que essas opções são preocupantes para os pais quanto aos seus filhos. Só que proibir as crianças de jogar jogos eletrônicos não é a solução. Tampouco é solução a proibição do uso de smartphones ou de tablets. É necessário o controle e impor limites não só para evitar excessos, mas também para que as crianças não sejam discriminadas na escola por causa desse tipo de proibição.

A posição dos adultos em relação aos jogos eletrônicos deve ser a de verificar que tipo de jogos as crianças podem jogar, em que lugar e por quanto tempo. Porque os menores também devem ter outras atividades, como esportes, brincar ao ar livre, ler livros e, é claro, principalmente estudar e fazer o dever de casa! Tudo isso faz parte do crescimento, da educação e da socialização dos pequenos.

As regras que os adultos devem impor com diálogo

As regras e limites para que o fato de jogar videojogos não se transforme num vicio são muito importantes:

  • Evitar jogar a noite I. Acontece que ao anoitecer, o corpo produz melatonina, o hormônio que ajuda a pegar no sono. A tela da TV, como a tela do celular, do computador e dos jogos eletrônicos tem uma luz azul que atrapalha esse processo da melatonina. Por isso, é recomendável que as crianças não joguem a noite ou, se é inevitável por qualquer motivo, é aconselhável usar os aparelhos em modo ‘descanso’; isso modifica a cor.
  • Evitar jogar a noite II. Os jogos eletrônicos estimulam o cérebro, motivo pelo qual o processo fisiológico que leva a dormir será modificado. Por isso, é aconselhável que as crianças não joguem antes de ir para a cama.
  • Brincar ao ar livre. Isso é muito importante para ter contato com o sol e com o verde da natureza. A atividade física só traz benefícios e não pode ser substituída pelos jogos eletrônicos. Deve haver um tempo para cada atividade.
  • Estabelecer horários. Para evitar discussões, choro e reclamações, é bom indicar um horário para começar e um horário para finalizar o jogo. Não deve haver nenhuma negociação quanto a isso.
  • Quando os adultos forem comprar um jogo eletrônico, deverão verificar qual é o jogo indicado para a idade da criança. Para isso existem as classificações por idades. É fundamental lembrar isso!

Os jogos de qualquer tipo de violência são desaconselháveis para as crianças menores de 14 anos. Mas é importante destacar que nenhum jogo violento transformará ao jogador numa pessoa violenta e agressiva.  Se no próprio lar a criança convive com a violência familiar, com certeza procurará fugir dessa situação jogando videojogos. São duas coisas diferentes.

Controlar com quem joga a criança

Isso é muito importante, ainda mais se estiverem jogando na internet com jogadores online. Essa forma de jogar pode colaborar para desenvolver habilidades relacionadas com decisões rápidas e estratégias. Mas também pode ser problemático, pois pode interferir na linguagem e também possibilitar um relacionamento com pessoas desconhecidas.

É por causa disso que os pais e adultos em geral devem estar muito atentos e manter o controle, para evitar aborrecimentos futuros.

É verdade que atualmente todos os aparelhos tecnológicos são a realidade do dia a dia. Ninguém vive sem um celular, todos possuem pelo menos um computador em casa e os jogos eletrônicos são os protagonistas do divertimento. Se não quisermos que essa realidade aja contra nós, deveremos manter a responsabilidade e o senso comum em relação às crianças.

Não há nada mais importante que a felicidade delas, mas nem sempre a liberdade total é o melhor caminho, e elas devem entender que o controle dos pais é em beneficio do crescimento sadio e do amadurecimento correto.

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