Valor Econômico coloca Sanepar como melhor empresa de saneamento do Brasil

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Principal veículo de mídia especializado em economia do Brasil, o jornal concedeu à empresa paranaense o Prêmio Valor 1000, na categoria “Água, Saneamento e Serviços Ambientais”. Em Maringá, Sanepar e Prefeitura aguardam sanção de acordo para continuidade da concessão.

Por Victor Ramalho

O jornal Valor Econômico, principal veículo de mídia especializado em economia do Brasil, reconheceu a Sanepar como a melhor empresa de saneamento do Brasil. O reconhecimento veio por meio do Prêmio Valor 1000, concedido pelo jornal e divulgado nessa segunda-feira (28).

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) foi a primeira colocada na categoria “Água, Saneamento e Serviços Ambientais”. Para justificar a escolha, o Valor ressaltou que o Paraná teve 6 municípios entre os 20 primeiros com os melhores índices de saneamento do Brasil, no ranking do Instituto Trata Brasil, são eles: São José dos Pinhais, Cascavel, Ponta Grossa, Maringá, Londrina e a capital do Estado, Curitiba.

Outro ponto destacado pelo jornal é a meta da empresa paranaense em levar água e esgoto tratado para 90% dos municípios do Paraná até 2030. Atualmente, a Sanepar atende uma população de cerca de 11 milhões de pessoas, distribuída por 345 municípios do Paraná e Porto União, em Santa Catarina. A estrutura atual conta com 168 estações de tratamento de água e 261 estações de tratamento de esgoto.

Em Maringá, especulou-se em meados de 2022 a possibilidade do município romper com a companhia e assumir a gestão do serviço. Na época, baseado em uma decisão do Supremo que considerava o atual contrato nulo, a Prefeitura de Maringá chegou a notificar a Sanepar de que iria novamente assumiu os serviços de água e esgoto na cidade, solicitando que a companhia apresentasse um valor indenizatório que acreditaria ter para receber.

No entanto, mais de um ano depois, isso não ocorreu. Em maio deste ano, Sanepar e Prefeitura de Maringá anunciaram ter chego a um acordo para a continuidade dos serviços na cidade. O acordo demanda, além de aprovação na Câmara de Maringá, da chancela do Supremo Tribunal Federal (STF).

Foto: Arquivo/AEN


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