Desde as primeiras horas desta sexta-feira (24), o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e a Receita Federal deflagram a segunda fase da Operação Falsa Impressão.
O alvo é um grupo criminoso suspeito de criar pelo menos 182 empresas de fachada para acobertar o transporte irregular de mercadorias contrabandeadas e descaminhadas.
Para a operação, foram expedidos dois mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão em Apucarana (cerca de 60 km de Maringá) e Medianeira (cerca de 350 km de Maringá).
De acordo com a investigação, as empresas fantasmas foram criadas para emitir notas fiscais falsas. Entre 2022 e 2023, o grupo criminoso movimentou mais de R$ 250 milhões.
Na primeira fase da Operação Falsa Impressão, o alvo foi o contador da organização criminosa, que recebia vantagem financeira para criar as empresas de fachada em nome de “laranjas”. Agora, na segunda fase, o foco é identificar os líderes da associação, que seriam os contratantes dos servidos prestados pelo contador.
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